🎤 Deboche no Palco: Fafá de Belém ironiza tornozeleira de Bolsonaro durante show

🎤 Deboche no Palco: Fafá de Belém ironiza tornozeleira de Bolsonaro durante show

Com microfone em punho e sarcasmo na ponta da língua, cantora petista transforma a tragédia política do Brasil em piada. Enquanto a plateia reage entre aplausos e vaias, o palco vira palanque de militância.

Durante uma apresentação musical, a cantora Fafá de Belém decidiu trocar a sensibilidade artística por um ataque cômico travestido de música. Em tom de escárnio, fez piada com a tornozeleira eletrônica imposta ao ex-presidente Jair Bolsonaro, como parte das investigações conduzidas pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF.

No meio do show, a militante do PT soltou a provocação como quem joga gasolina na fogueira da polarização política:
“Olha a tornozeleira aí, gente!”

A frase virou o mote de uma zombaria explĂ­cita, que seguiu com versos como:
“O velho comunista se aliaçou ao burro do vovô do meu amor. Olha a tornozeleira aí, gente!”
E, para fechar o espetáculo com gosto de provocação, gritou em coro:
“Vai pra cadeia! Vai pra cadeia!”

Parte da plateia reagiu com palmas, enquanto outra vaiou — reflexo de um país tão dividido que até a arte virou trincheira.

Nas redes sociais, a reação veio rápida. Muitos criticaram o comportamento da cantora, chamando a atitude de irresponsável e hipócrita.
“Enquanto ela brinca com a tornozeleira, Lula está roubando 4 bilhões da educação”, escreveu um internauta revoltado. Outro destacou a crise diplomática com os EUA:
“O governo americano recusou contato com a embaixadora do Brasil em Washington… O cenário político ficou complicado.”

A indignação é mais do que compreensível. Em vez de oferecer cultura, Fafá serviu militância com gosto de deboche. Usar o palco como extensão do palanque pode render aplausos da bolha, mas escancara o desprezo por quem pensa diferente — e por uma democracia que deveria acolher todos, inclusive os que estão sendo julgados, e não linchados em público por artistas engajados.

Se a justiça precisa fazer seu trabalho, que faça nos tribunais — e não sob holofotes, com trilha sonora de escárnio.

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