
Atitude irresponsável de Glauber Braga desencadeia caos, tumulto e agressões na Câmara
Ocupação ilegal da cadeira da presidência gera confusão, paralisa trabalhos, provoca ações desastradas da segurança e ainda expõe jornalistas a empurrões e hostilidade.
A tarde desta terça-feira (9) terminou em um espetáculo lamentável na Câmara dos Deputados, e o estopim de todo o caos teve nome e sobrenome: Glauber Braga. Ao decidir, por conta própria, invadir e ocupar a cadeira do presidente da Câmara — um ato totalmente fora do decoro, da legalidade e do respeito institucional — o deputado do PSOL acendeu o pavio que transformou o plenário em um palco de tumulto, gritaria e desordem generalizada.
Sua atitude, claramente orientada mais para o confronto do que para o diálogo, provocou uma reação imediata da Polícia Legislativa, que precisou retirá-lo à força. O resultado foram empurrões, confusão, princípio de agressões e até parlamentares feridos — um desdobramento que poderia ter sido evitado se Glauber tivesse optado por agir dentro das regras democráticas e não pelo confronto teatral.
A desorganização gerada pelo gesto irresponsável de Glauber se espalhou pelos corredores e pelo Salão Verde. A imprensa, que nada tinha a ver com o barraco político encenado pelo deputado, acabou sendo igualmente exposta ao ambiente hostil. Profissionais foram empurrados enquanto tentavam apenas registrar os acontecimentos. Vídeos mostram um funcionário abrindo caminho à base da força, enquanto repórteres e cinegrafistas tentavam manter a cobertura.
Tudo isso enquanto Glauber, que deveria ser exemplo de compostura, escolheu agir como provocações e atos performáticos que prejudicam a imagem da Câmara e desviam o foco do debate político sério.
A Fenaj e o Sindicato dos Jornalistas emitiram nota repudiando a violência contra a imprensa — violência que só ocorreu porque uma crise completamente evitável foi criada a partir da conduta irresponsável do próprio Glauber Braga.
Em vez de fortalecer o debate democrático e enfrentar seu processo de cassação pelos caminhos institucionais, Glauber preferiu transformar o plenário em um palco de confronto físico, levando colegas a se machucarem e obrigando a segurança a agir.
A verdade é simples: se Glauber não tivesse decidido tomar à força a cadeira da presidência, nada disso teria acontecido. A confusão nasceu do gesto impulsivo, desrespeitoso e absolutamente fora do padrão esperado de um parlamentar brasileiro.