Correios Afundam em Dívidas: Calote Pode Custar R$ 300 Milhões

Correios Afundam em Dívidas: Calote Pode Custar R$ 300 Milhões

Estatal enfrenta cobrança judicial por falta de pagamento e situação se agrava

Os Correios, já mergulhados em dificuldades financeiras, agora encaram uma nova bomba: uma cobrança judicial de R$ 300 milhões por falta de pagamento do aluguel de um dos seus principais centros logísticos. O imóvel, localizado em Contagem (MG), pertence ao fundo imobiliário TRBL11, da Rio Bravo, e abriga uma das estruturas mais importantes da estatal. O calote, que soma R$ 12 milhões por mês, teve início em novembro de 2024 e se tornou mais um escândalo na gestão da empresa.

Para piorar a situação, a conta dos Correios não para de crescer. Dívidas de água, IPTU e custos de manutenção do prédio também se acumulam. Apesar de todas as cobranças, a estatal tenta empurrar os custos para a gestora do imóvel até sua eventual saída do local, algo que não deve acontecer tão cedo, já que o contrato só vence em 2034.

A gestora já notificou os Correios administrativamente e pretende levar o caso à Justiça. Enquanto isso, a estatal permanece em silêncio, sem esclarecer como pretende resolver a situação.

Economista prevê colapso do governo Lula

Enquanto isso, as dificuldades econômicas do governo Lula também chamam a atenção. Para Paulo Rabello de Castro, ex-presidente do IBGE e do BNDES, a gestão petista está “deslizando rapidamente para o seu fim”. Ele critica a forma como o governo e o Banco Central lidam com a inflação e ironiza a proposta do vice-presidente Geraldo Alckmin de excluir alimentos do cálculo inflacionário: “Esse governo não tem força para fazer nada de grave”.

Fracasso atrai chacota na oposição

Guilherme Boulos (Psol-SP) também teve sua dose de vexame. Seu ato em defesa de Lula, em São Paulo, foi um fiasco, com baixa adesão e a ausência de ministros do governo. Entre risadas, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) ironizou: “Soltaram a mão do Boules”.

Bolsonaro alfineta Lula: “Arruma o que fazer”

De passagem pela Ásia, Lula não perde a oportunidade de atacar Jair Bolsonaro, e o ex-presidente não deixou barato. “Arruma o que fazer e para de falar de mim”, disparou Bolsonaro, afirmando que Lula parece ter um “fetiche” por ele.

Correios seguem na berlinda

Enquanto o governo tenta controlar os estragos, os Correios continuam sendo uma dor de cabeça. Fabiano Silva dos Santos, presidente da estatal e aliado de Lula, enfrenta novas pressões. Transportadores ameaçam suspender os serviços devido a pagamentos atrasados desde janeiro. Com déficits crescentes e uma gestão criticada por sua ineficiência, os Correios parecem caminhar para um futuro incerto.

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