
Diddy é condenado por exploração sexual, mas escapa da acusação de liderar organização criminosa
Júri reconhece culpa do rapper em dois casos específicos, mas o absolve das acusações mais graves, deixando o futuro incerto
O rapper Sean “Diddy” Combs saiu do tribunal nesta quarta-feira (2) com uma sentença mista: foi considerado culpado por exploração sexual em dois casos, mas inocentado das acusações mais pesadas contra ele.
O júri decidiu que Diddy teve participação no transporte de duas mulheres, Cassandra Ventura e outra identificada apenas como “Jane”, para fins de prostituição. No entanto, o artista foi absolvido das acusações de liderar uma organização criminosa e de tráfico sexual, que poderiam ter levado a uma pena muito mais severa.
Depois de dois dias de deliberações tensas, o veredito finalmente saiu. Ao ouvir a sentença, Diddy ficou em silêncio e, num gesto que chamou atenção, ajoelhou-se dentro do tribunal.
Enquanto a promotoria defende que ele deve permanecer preso por risco de reincidência, a defesa já pediu sua libertação imediata. Com as duas condenações confirmadas, o rapper pode pegar até 20 anos de prisão, mesmo sem as acusações mais graves terem sido comprovadas.
O desfecho deixa um clima de incerteza sobre o futuro de Sean Combs, que enfrenta agora as consequências de um julgamento marcado por complexidades e controvérsias.