
Donald Trump declara que sucessores do aiatolá no Irã estão mortos e intensifica tensão entre EUA e Irã
Presidente dos Estados Unidos afirma que eliminou Ali Khamenei antes de suposto plano contra ele e diz que liderança iraniana foi dizimada
A crise entre Estados Unidos e Irã ganhou novos contornos explosivos após declarações do presidente Donald Trump. Em entrevista ao jornalista Jonathan Karl, divulgada nas redes sociais, Trump afirmou que todos os nomes cogitados para assumir o comando iraniano depois da morte do aiatolá Ali Khamenei também teriam sido mortos.
“Não será ninguém que imaginávamos, porque todos estão mortos. O segundo e o terceiro na linha de sucessão morreram”, declarou o presidente americano, sugerindo que a estrutura de liderança iraniana foi completamente desarticulada pela ofensiva.
Trump ainda fez uma afirmação direta sobre a morte de Khamenei, dizendo que agiu antes de qualquer plano contra ele se concretizar. “Eles tentaram duas vezes. Eu o peguei primeiro”, afirmou, numa referência a um episódio que teria ocorrido em 2024. A declaração reforça o tom de confronto que marca a atual escalada entre Washington e Teerã.
As falas do presidente ampliam a tensão geopolítica no Oriente Médio e levantam questionamentos sobre os próximos passos do regime iraniano diante de um suposto vácuo de poder. Especialistas alertam que a eliminação de figuras centrais pode gerar instabilidade interna no Irã e aumentar o risco de retaliações.
O cenário internacional acompanha com cautela. A relação entre EUA e Irã, historicamente marcada por hostilidade, sanções e ameaças mútuas, entra agora em uma fase ainda mais delicada, com impactos potenciais sobre segurança global, mercado de energia e alianças estratégicas na região.
A comunidade internacional observa os desdobramentos, enquanto cresce a preocupação com possíveis novos capítulos de um conflito que já ultrapassa discursos e se consolida em ações diretas de alto impacto.