EUA anunciam morte de líder iraniano ligado a plano para assassinar Trump

EUA anunciam morte de líder iraniano ligado a plano para assassinar Trump

Secretário de Defesa afirma que operação militar eliminou comandante acusado de organizar conspiração contra o presidente americano

As Forças Armadas dos Estados Unidos anunciaram que eliminaram um líder iraniano acusado de comandar uma unidade envolvida em um plano para assassinar o presidente Donald Trump. A informação foi divulgada pelo secretário de Defesa Pete Hegseth, durante coletiva de imprensa realizada em Washington, D.C..

Segundo o chefe do Pentágono, a operação militar ocorreu na terça-feira e teve como alvo um integrante de alto escalão ligado às estruturas de segurança do Irã.

“Trump riu por último”, diz secretário de Defesa

Durante a declaração à imprensa, Hegseth afirmou que o comandante iraniano era responsável por liderar uma unidade envolvida em uma suposta conspiração para assassinar Trump.

De acordo com o secretário, a missão foi conduzida com precisão pelas forças americanas.

“O líder da unidade que tentou assassinar o presidente Trump foi caçado e morto. O Irã tentou matar o presidente Trump, mas foi o presidente Trump quem riu por último”, declarou.

Apesar do anúncio, o governo americano não revelou o nome do militar iraniano eliminado na operação.

Plano contra Trump já havia sido investigado nos EUA

A suspeita de um plano iraniano contra o presidente americano não é recente. Em 2024, o Departamento de Justiça dos Estados Unidos acusou formalmente um cidadão iraniano de participação em uma conspiração que teria sido organizada pela Guarda Revolucionária Islâmica.

Segundo as investigações na época, o objetivo seria assassinar Trump, que naquele momento já se preparava para disputar novamente a presidência dos Estados Unidos.

As autoridades americanas afirmaram que o plano fazia parte de uma estratégia mais ampla de retaliação do regime iraniano contra decisões tomadas durante o governo Trump.

Operação amplia tensão entre EUA e Irã

O anúncio da morte do comandante iraniano ocorre em meio ao aumento da tensão militar entre Estados Unidos e Irã, cenário que tem mobilizado forças militares na região do Oriente Médio.

Especialistas em segurança internacional alertam que operações desse tipo podem intensificar ainda mais o conflito entre os dois países, que já vivem uma relação marcada por confrontos indiretos, sanções econômicas e disputas estratégicas.

Enquanto isso, o governo americano sustenta que as ações militares têm como objetivo neutralizar ameaças diretas contra a segurança nacional e proteger o presidente dos Estados Unidos.

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