
Flamengo vence o Palmeiras e conquista o tetracampeonato da Libertadores
Em uma final tensa e cheia de chances desperdiçadas, Rubro-Negro garante a vitória por 1 a 0 e ergue a taça pela quarta vez
A grande final da Libertadores entre Palmeiras e Flamengo, neste sábado (29), entregou exatamente o que se espera de uma decisão continental: tensão do início ao fim, jogo truncado, bola na trave, defesas salvadoras e um clima que não deixou ninguém respirar.
Marcado para começar às 18h15 — depois de um atraso no ônibus do Palmeiras — o duelo colocou frente a frente dois gigantes brasileiros em busca do primeiro tetracampeonato da história do torneio.
Primeiro tempo quente, mas sem gols
O Flamengo começou mais solto, explorando Arrascaeta, Bruno Henrique e Samuel Lino, que criaram boas oportunidades logo nos 15 minutos iniciais. Depois disso, o Palmeiras se encontrou e passou a equilibrar as ações. Vitor Roque assustou com uma cabeçada que tirou tinta do travessão.
A etapa inicial teve ares de Libertadores raiz: muita disputa física, cartões para todos os lados e até um lance polêmico envolvendo Erick Pulgar — que acertou a canela de Bruno Fuchs. O VAR manteve o amarelo e o clima esquentou ainda mais.
O placar ficou no 0 a 0, mas a tensão estava no limite.
Segundo tempo: trave, milagre e… gol do Flamengo
A partida voltou acelerada. O Palmeiras chegou em velocidade e o Flamengo respondeu com jogadas trabalhadas. Até que, aos 66 minutos, Arrascaeta levantou a bola na área, Danilo subiu sozinho e cabeceou. A bola beijou a trave e morreu nas redes:
Flamengo 1 a 0.
Depois do gol, o Rubro-Negro recuou para segurar o resultado. E o Palmeiras foi para o tudo ou nada.
Teve bola explodindo na zaga, finalização cara a cara e até uma chance incrível perdida por Vitor Roque debaixo do gol — salva de forma heroica pela defesa rubro-negra.
Aos 92 minutos, Everton Cebolinha quase liquidou a final com uma falta que desviou e explodiu na trave. Mas não fez falta.
Fim de jogo: festa rubro-negra
Aos 95 minutos, o árbitro apitou o fim da partida:
FLAMENGO TETRACAMPEÃO DA AMÉRICA.
Um jogo sofrido, brigado e decidido no detalhe — como toda final de Libertadores costuma ser.