
Frei Chico escancara: PT infiltrou militantes em órgãos públicos para tomar o poder
Irmão de Lula admite, em vídeo viral, que o partido nomeou juízes, promotores e militares para garantir domínio silencioso nas instituições
É revoltante, mas não surpreende. José Ferreira da Silva, o chamado Frei Chico, irmão do ex-presidente Lula e protagonista de um escândalo bilionário envolvendo o INSS, não teve vergonha de assumir numa entrevista bombástica que o PT se valeu da infiltração sorrateira em órgãos públicos para assegurar sua permanência no poder.
Num vídeo que circula nas redes sociais e causa indignação, Frei Chico, que hoje ocupa um cargo importante no Sindicato Nacional dos Aposentados, Pensionistas e Idosos, declara com uma naturalidade perturbadora: “Se não fizer isso, não vai mudar”. Ou seja, para o PT, só dominando os mecanismos internos — nomeando juízes, promotores, procuradores e até militares — seria possível garantir a permanência no comando do país.
Mais grave ainda é a defesa, feita pelo próprio irmão do ex-presidente, da extinção das Forças Armadas brasileiras, qualificando os militares de “altamente conservadores, estúpidos e ignorantes”. Uma fala que soa como um plano para enfraquecer instituições essenciais à democracia em nome de uma “utopia comunista”.
Enquanto isso, Frei Chico está no meio da tempestade das investigações da Operação Sem Desconto, que apura um rombo de R$ 6,3 bilhões no INSS, com descontos ilegais nos benefícios de aposentados e pensionistas. Ele, no entanto, diz estar tranquilo e confiante de que a Polícia Federal investigará todas as “irregularidades”.
É um retrato explícito da estratégia e do modus operandi do PT: usar o Estado como palco de um jogo político para se perpetuar no poder, ao custo do caos e do prejuízo para a população. E ainda com a audácia de defender o desmonte das instituições que deveriam garantir a estabilidade do país.
Esse vídeo, que escancara o plano de infiltração e dominação do PT, deveria causar repulsa em todo brasileiro que ainda acredita em democracia e no respeito às regras. Mas, ao que parece, enquanto isso, o partido continua jogando nas sombras para manter sua influência a qualquer custo.