Governo Lula expõe criança em evento oficial, fere lei recém-aprovada e depois tenta apagar o erro

Governo Lula expõe criança em evento oficial, fere lei recém-aprovada e depois tenta apagar o erro

Vídeo com “criança trans” é publicado, vira polêmica e some do ar — tudo em plena vigência do Estatuto Digital da Criança e do Adolescente

O governo Lula protagonizou mais um episódio que mistura descuido, militância ideológica e total falta de bom senso. Durante um evento do Conanda — órgão ligado ao Ministério dos Direitos Humanos — uma transmissão oficial no YouTube exibiu uma criança de apenas oito anos sendo estimulada pela própria mãe a falar sobre sua “identidade de gênero”. Tudo ao vivo, sem filtros, sem proteção e, principalmente, em descumprimento à lei que o próprio governo sancionou há menos de dois meses: o Estatuto Digital da Criança e do Adolescente.

A cena ganhou repercussão depois que a Gazeta do Povo questionou o Conanda sobre a exposição indevida. E aí, como num passe de mágica, o vídeo foi retirado do ar — mas o estrago já estava feito. A pergunta que fica é: como um governo que vive discursando sobre “proteção de direitos” consegue tropeçar justamente no básico, que é preservar a integridade de uma criança?

No vídeo, uma servidora ligada a uma ONG ativista apresentou a mãe, que se identifica como Paola, e a convidou a relatar a rotina da filha, biologicamente menina, tratada como “menino” desde os dois anos e meio. A criança, constrangida, virou peça de propaganda ideológica diante de centenas de espectadores.

E o mais grave: agentes públicos participaram da exposição, o que abre caminho para responsabilização — tanto da mãe quanto do próprio governo. A Constituição e o ECA são claros: cabe ao Estado evitar esse tipo de violação, não promovê-la ao vivo em canal oficial.

Além disso, a resolução do Conselho Federal de Medicina — que restringe intervenções hormonais e cirúrgicas em menores — foi criticada pela mãe durante o evento, como se a transmissão fosse um palco para confrontar normas médicas e decisões judiciais.

Agora, com o vídeo apagado e o silêncio do Ministério dos Direitos Humanos, resta a sensação de que, mais uma vez, o governo tenta corrigir depois o erro que ele mesmo criou. A lei existe, foi assinada por Lula, e mesmo assim foi ignorada por quem deveria cumpri-la.

No país onde tudo vira bandeira política, até o cuidado com crianças acaba vítima de improviso, descuido e ideologia.

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