
Governo Lula transforma viagens oficiais em turismo de luxo
Enquanto o brasileiro aperta o cinto, Brasília segue de malas prontas — e com tudo pago pelo contribuinte
Se existe algo que o governo Lula realmente sabe fazer com eficiência, é torrar dinheiro público em viagens. Só em 2025, a conta já ultrapassa R$ 2 bilhões, e detalhe importante: esse valor ainda não está completo.
Os números oficiais mostram que o governo gastou R$ 2,03 bilhões em deslocamentos no último ano. Mas quem pensa que isso inclui o presidente Lula, a primeira-dama Janja e outras dezenas de autoridades privilegiadas está enganado. Esses gastos seguem protegidos pelo sigilo — afinal, luxo também gosta de discrição.
Do total, R$ 785 milhões foram para passagens aéreas e R$ 1,24 bilhão para diárias. Sim, as diárias custaram mais do que as próprias passagens. Parece que viajar é importante, mas se hospedar bem é prioridade.
Além disso, o governo ainda reconhece mais R$ 10,3 milhões em “outros gastos”, categoria genérica que inclui taxas, restituições, seguros e tudo aquilo que ninguém explica direito — mas todo mundo paga.
E quando o destino é fora do país, o roteiro fica ainda mais caro. Só em viagens internacionais, entre passagens e diárias, foram R$ 265 milhões bancados pelo contribuinte em 2025. E, segundo o próprio governo, vem mais por aí.
O histórico ajuda a entender o padrão. Em 2023, Lula bateu recorde ao gastar R$ 2,3 bilhões com viagens. Em 2024, superou a própria marca e chegou a R$ 2,4 bilhões. Agora, 2025 caminha firme para manter a tradição: recordes sucessivos no turismo oficial.
Enquanto o discurso fala em responsabilidade fiscal, corte de gastos e sacrifício da população, a prática mostra um governo que adora um avião, uma diária generosa e um roteiro internacional — tudo pago pelo cidadão comum.
No fim das contas, fica claro: o brasileiro trabalha, paga imposto e aperta o orçamento; o governo Lula viaja, se hospeda bem e manda a conta.