Imprensa tenta fabricar escândalo por Bolsonaro ter contato de Moraes: o óbvio vira manchete

Imprensa tenta fabricar escândalo por Bolsonaro ter contato de Moraes: o óbvio vira manchete

Ex-presidente teve telefone do ministro do STF salvo em sua agenda — como se fosse crime um chefe de Estado ter o número de autoridades do Judiciário

A cada dia, a tentativa de criminalizar Jair Bolsonaro alcança novos níveis de absurdo. Desta vez, parte da imprensa deu manchete para algo que deveria ser tratado com o mínimo de seriedade e senso de realidade: o celular do ex-presidente tinha salvo o número de Alexandre de Moraes, ministro do Supremo Tribunal Federal. Sim, isso mesmo — o ex-presidente do Brasil, chefe máximo da República por quatro anos, possuía o contato de um ministro da mais alta corte do país. E daí?

A informação veio à tona após a Polícia Federal analisar o conteúdo do celular apreendido em 2023. E o que encontraram? Apenas o número de Moraes salvo na agenda, sem uma única mensagem trocada. Nenhuma conversa, nenhum diálogo suspeito, nada. Ainda assim, preferiram alimentar manchetes sensacionalistas, como se fosse revelação bombástica.

Além disso, foi identificado que Bolsonaro trocou mensagens com o ministro Luiz Fux, também do STF. Algo igualmente banal, considerando que, durante seu mandato, a interlocução com membros do Judiciário era não só natural como necessária para o bom funcionamento das instituições.

Criminalização do trivial

A cobertura do caso mostra como a perseguição política se disfarça de jornalismo investigativo. Transformar uma lista de contatos telefônicos em suposta prova de “conspiração” é desonesto com a verdade e desrespeitoso com a inteligência da população.

Nenhum brasileiro em sã consciência acreditaria que um presidente da República não teria os contatos de ministros do Supremo em seu aparelho oficial. Aliás, seria mais grave se não tivesse. A tentativa de transformar isso em indício de “tentativa de golpe” beira o ridículo.

O silêncio onde deveria haver indignação

É preocupante que órgãos da imprensa que deveriam zelar pela democracia aceitem servir de correia de transmissão de narrativas tão frágeis. Pior ainda é o silêncio dos que deveriam apontar a desproporção dessa cobertura — um silêncio que revela conivência ou covardia.

No fim das contas, o que o caso revela não é uma trama golpista, mas sim o esforço incessante para transformar qualquer ação de Bolsonaro em escândalo. Se o nome de Moraes na agenda de contatos é manchete, o que virá a seguir? A cor do papel de parede do celular?

Em tempos de inversão de valores, até o óbvio vira suspeito — desde que envolva o nome do ex-presidente. E a verdade? Essa continua fora da pauta.

Compartilhe nas suas redes sociais
Categorias