Petro ataca o Brasil e chama ação contra o tráfico de “barbárie” — o presidente que defende cocaína e despreza a lei

Petro ataca o Brasil e chama ação contra o tráfico de “barbárie” — o presidente que defende cocaína e despreza a lei

Enquanto o Rio tenta conter o poder do crime organizado, o presidente colombiano Gustavo Petro — conhecido por sua defesa do uso da cocaína e simpatia por narcotraficantes — condena a operação policial mais letal da história do estado, chamando-a de “barbárie”.

O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, voltou a causar indignação internacional ao publicar, nesta quarta-feira (29), um vídeo com corpos de criminosos abatidos durante a megaoperação contra o Comando Vermelho no Rio de Janeiro. Em sua postagem na rede X (antigo Twitter), o colombiano classificou a ação como “um ato de barbárie” e declarou que “o mundo da morte está tomando conta da política”.

A operação, deflagrada na última terça-feira (28), é considerada a mais letal da história do Rio e do século 21 no Brasil, com mais de 120 mortos, segundo dados oficiais. A ação teve como objetivo desmantelar a estrutura do CV, facção que domina vastos territórios da capital fluminense.

Enquanto as forças de segurança arriscavam a vida em confronto direto com o crime organizado, Petro — que já declarou apoio à descriminalização da cocaína e costuma adotar um discurso brando com traficantes — preferiu condenar o combate à criminalidade e se colocar ao lado de quem alimenta a violência que destrói vidas em toda a América Latina.

Um presidente em defesa do caos

Não é a primeira vez que o presidente colombiano se posiciona contra ações policiais. Em seu próprio país, Petro tem sido criticado por enfraquecer o combate ao narcotráfico e por defender “negociações” com cartéis e guerrilhas, em vez de enfrentá-los.

Agora, ao chamar de “bárbara” uma operação que tentou devolver o mínimo de segurança à população do Rio, ele revela de que lado está: o dos que veem a polícia como inimiga e o crime como vítima.

O cenário no Rio:

Durante a operação, moradores do Complexo da Penha relataram o recolhimento de dezenas de corpos — muitos deles transportados até a Praça São Lucas. As cenas chocantes mostraram o rastro de destruição que o tráfico deixa por onde passa.

O governo do estado confirmou que quatro agentes de segurança morreram em serviço, vítimas de “narcoterroristas”. Para o governador Cláudio Castro (PL), o dia ficará marcado como um momento histórico na luta contra o crime organizado.

Enquanto o Rio sangra, Petro prega moralidade seletiva

A fala do presidente colombiano foi duramente criticada nas redes. Para muitos, Petro tenta posar de pacifista, mas seu discurso ignora as vítimas reais da violência — as famílias reféns das facções que ele insiste em humanizar.

Em vez de solidarizar-se com os brasileiros que vivem sob o domínio do tráfico, o líder colombiano preferiu atacar o Brasil, chamando de “barbárie” uma ação legítima de Estado contra o crime.

Uma ironia amarga para quem lidera um país que há décadas sofre sob o peso do narcotráfico e ainda tenta se reerguer dos escombros deixados pelo poder da cocaína — produto que o próprio Petro considera “parte da cultura”.


Conclusão:
Enquanto o Brasil tenta se libertar das garras do crime, Gustavo Petro escolhe defender os algozes. Um presidente que romantiza o tráfico e condena quem o combate não fala em nome da paz — fala em nome da rendição.

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