
STF Destina R$ 84 Milhões para Reforçar Segurança Privada
Contrato terá duração de dois anos e contará com 230 profissionais
O Supremo Tribunal Federal (STF) concluiu nesta quarta-feira (22) um processo de licitação destinado à contratação de uma empresa privada para reforçar a segurança de seus ministros. O investimento total será de R$ 83,9 milhões, com o contrato válido por dois anos.
A empresa vencedora, Esparta, apresentou uma proposta abaixo do teto estipulado no edital, que previa um gasto máximo de R$ 101,6 milhões. O novo contrato entra em vigor em 1º de fevereiro e unifica os cinco acordos de segurança atualmente vigentes, mantendo os custos no mesmo patamar anual de R$ 50 milhões.
Objetivo do contrato e estrutura prevista
O edital publicado no último dia 13 buscava integrar e simplificar a prestação de serviços de segurança da Corte. O reforço incluirá 230 profissionais dedicados exclusivamente à proteção dos ministros e das dependências do STF.
Em nota, o tribunal destacou que a licitação com critério de menor preço garantiu a redução do valor inicial previsto. “O novo edital visa unificar os contratos e facilitar a prestação do serviço. O custo ficou alinhado ao que já era praticado nos acordos anteriores”, esclareceu o STF.
Transparência e repercussão
O investimento reforça o compromisso da Corte com a segurança de seus integrantes, em um contexto de crescente necessidade de proteção institucional. A licitação também foi acompanhada de perto para garantir transparência no uso de recursos públicos.
O tema segue em discussão pública, e o STF mantém canais abertos para esclarecimentos e contribuições sobre o assunto.