Vice de Nunes acusa aliados de Bolsonaro de traição: “Agem como se ele tivesse sumido do mapa”

Vice de Nunes acusa aliados de Bolsonaro de traição: “Agem como se ele tivesse sumido do mapa”

Mello Araújo reclama de conspirações para 2026 e defende ex-presidente como único capaz de derrotar Lula

O vice-prefeito de São Paulo, Ricardo Mello Araújo (PL), lançou um vídeo nesta segunda-feira (7) onde dispara críticas duras contra nomes da direita que, segundo ele, estão ignorando a liderança de Jair Bolsonaro nas articulações políticas para 2026. Segundo Mello, muitos desses políticos só chegaram ao poder graças ao apoio do ex-presidente, mas agora estariam agindo como se ele tivesse deixado de existir.

“Nosso presidente não morreu! Está em recuperação da facada, passou por cirurgia, e mesmo assim tem gente se mexendo nos bastidores como se ele tivesse sido apagado do mapa”, declarou o vice, visivelmente incomodado com as movimentações que, segundo ele, ignoram o papel central de Bolsonaro.

Mello Araújo, ex-coronel da PM e escolhido por Bolsonaro para compor a chapa de reeleição do prefeito Ricardo Nunes (MDB), reforçou seu alinhamento ao ex-presidente. No vídeo, que já soma mais de 40 mil visualizações, ele insiste que Bolsonaro é “o único capaz de vencer, com folga, o governo atual” e convocou a militância a cobrar posicionamento firme de prefeitos e deputados que hoje se calam.

O vice também criticou duramente reuniões e costuras políticas feitas “nas sombras” por setores da direita. Para ele, essas atitudes revelam hipocrisia. “Se nada for feito, o presidente pode acabar preso. E aí, vão fazer post bonitinho nas redes dizendo que lamentam?”, ironizou.

Na legenda da publicação, ele ainda alfinetou aliados ingratos: “Muitos que foram eleitos graças a ele agora mostram quem realmente são”. E deixou a pergunta no ar: essas lideranças querem mesmo ajudar o país ou só estão atrás de mais poder?

Para marcar posição, Mello trocou sua foto de perfil na rede X por uma imagem ao lado de Bolsonaro — um gesto claro de fidelidade, num momento em que a direita parece cada vez mais fragmentada.

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