
🚨 Câmara reage com rigor: Hugo Motta demite assessor de Janones após nova confusão
⚖️ Declaração de Hugo Motta aponta reincidência e reforça cobrança por respeito no Parlamento
A crise provocada por mais um episódio de descontrole dentro da Câmara dos Deputados terminou em demissão imediata. O presidente da Casa, Hugo Motta, decidiu exonerar o assessor Bernardo Moreira, ligado ao deputado André Janones, após a interrupção agressiva de uma entrevista ao vivo.
Direto e sem rodeios, Motta justificou a decisão com uma frase que resume o clima nos bastidores: o comportamento não era novidade.
“Demiti o assessor que causou a confusão hoje, ele é reincidente na Casa.”
📢 O episódio que levou à queda
A demissão veio na esteira de uma cena que rapidamente ganhou repercussão nacional. Durante uma entrevista do líder da oposição, Cabo Gilberto Silva, o assessor invadiu o espaço e gritou palavras de ordem políticas, incluindo um palavrão direcionado ao debate sobre o projeto de anistia.
A transmissão ao vivo expôs não apenas o teor da fala, mas também o nível de tensão e falta de controle em um ambiente que deveria ser marcado pelo respeito institucional.
🔁 Histórico de polêmicas pesou na decisão
O fator decisivo para a exoneração foi o histórico do assessor. Bernardo Moreira já havia se envolvido em outras confusões dentro da Câmara, incluindo um episódio anterior com o deputado Nikolas Ferreira.
A repetição de comportamentos considerados inadequados acabou pesando na avaliação da presidência da Casa, que optou por uma resposta rápida para evitar novos desgastes.
👮♂️ Detenção e versão do assessor
Após o tumulto, Bernardo Moreira foi encaminhado à Polícia Legislativa. Em depoimento, ele afirmou que não teve contato físico com o parlamentar e que sua manifestação foi breve, direcionada ao debate político e não a uma pessoa específica.
Ainda assim, o episódio já havia causado impacto suficiente para resultar em sua saída imediata do cargo.
🧭 Limites ultrapassados e desgaste institucional
A decisão de Hugo Motta reflete uma tentativa de conter a escalada de comportamentos que fogem ao padrão esperado dentro do Parlamento. Quando o debate político dá lugar a gritos, interrupções e ofensas, o prejuízo não é apenas de imagem — é institucional.
O caso escancara um problema recorrente: a dificuldade de manter o nível do debate em um cenário cada vez mais polarizado. E, diante da reincidência, a mensagem foi clara — há limites, e eles começam a ser cobrados.