🎭 Militante de sempre: Ingrid GuimarĂŁes prefere zombar de Bolsonaro do que falar da tragĂ©dia real que Ă© o Brasil de Lula

🎭 Militante de sempre: Ingrid GuimarĂŁes prefere zombar de Bolsonaro do que falar da tragĂ©dia real que Ă© o Brasil de Lula

Enquanto o paĂ­s afunda em feminicĂ­dios, carestia e violĂȘncia, atriz sĂł tem olhos para o ex-presidente

Nesta segunda-feira (7), a atriz e comediante Ingrid GuimarĂŁes, sempre alinhada com a esquerda, reapareceu para fazer o que jĂĄ virou hĂĄbito: zombar de Jair Bolsonaro. Em vez de levantar a voz contra a escalada dos feminicĂ­dios, a inflação que corrĂłi o bolso dos brasileiros ou o crescimento da violĂȘncia nas ruas — temas urgentes da realidade atual — Ingrid preferiu rir do inglĂȘs do ex-presidente.

Compartilhando um vĂ­deo em que Bolsonaro tenta se expressar em inglĂȘs durante um ato na Avenida Paulista, ela debochou:
“Gente, tĂŽ atĂ© tranquila com meu inglĂȘs”, escreveu, como se o maior problema do Brasil hoje fosse a pronĂșncia de um polĂ­tico jĂĄ fora do cargo.

Na ocasião, Bolsonaro tentou mandar um recado “ao mundo” com a frase:
“Popcorn and ice cream sellers sentenced for coup attempt in Brazil” — que, traduzida literalmente, diz: “vendedores de pipoca e sorvete condenados por tentativa de golpe no Brasil”. A fala viralizou e, claro, a militĂąncia digital se apressou para fazer piada, comparando o inglĂȘs do ex-presidente ao famoso “Joel Santana English”.

Mas o que chama atenção mesmo Ă© o silĂȘncio ensurdecedor de Ingrid sobre o atual cenĂĄrio do paĂ­s. Nenhuma palavra sobre o preço dos alimentos que disparou. Nenhuma linha sobre o aumento de feminicĂ­dios. Nenhum meme sobre a violĂȘncia que cresce dia apĂłs dia nas ruas brasileiras. Tudo isso sob o comando de um governo que ela, curiosamente, nunca ironiza.

LamentĂĄvel ver uma artista que poderia usar sua voz para questionar o poder de verdade se limitando a jogar sempre no mesmo time — o da lacração seletiva. Enquanto o paĂ­s sangra, Ingrid continua ocupada com piadinhas sobre pronĂșncia em inglĂȘs. O povo, esse sim, nĂŁo acha graça nenhuma.

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