🚨 Viagem de Rei: Lula gasta milhões com comitiva inflada e leva Janja em tour asiático de luxo

🚨 Viagem de Rei: Lula gasta milhões com comitiva inflada e leva Janja em tour asiático de luxo

Comitiva de 220 pessoas, hospedagens luxuosas, voos exclusivos e custos escondidos: presidente age como imperador em missão “oficial” à Ásia, enquanto brasileiros enfrentam filas por atendimento básico.

Enquanto o povo brasileiro aperta o cinto, o presidente Lula decidiu fazer uma turnê pelo Japão e Vietnã em março deste ano levando nada menos que 220 pessoas na bagagem. O custo oficial divulgado até agora já ultrapassa os R$ 4,5 milhões, mas esse valor pode ser ainda maior – muitos dados estão escondidos atrás do sigilo imposto pelo próprio governo.

A viagem, classificada como “missão oficial”, incluiu uma penca de parlamentares, servidores do Executivo, militares e, claro, toda a entourage da primeira-dama Janja da Silva, que parece cada vez mais à vontade no papel de rainha consorte.

E não é exagero: Janja sequer esperou o marido. Foi na frente, num voo da Força Aérea Brasileira, e ainda voltou em classe executiva no trecho Paris–São Paulo, custando R$ 60 mil aos cofres públicos. Tudo isso, segundo ela, para “economizar passagem aérea”. Um deboche.

Mas o luxo não parou por aí. A parada técnica no Alasca virou mais uma despesa: R$ 77,9 mil em hospedagem e R$ 397,8 mil em aluguel de carros com motorista. E quem pagou? O contribuinte.

Para completar o desfile, estavam na caravana o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, o de Minas e Energia, Alexandre Silveira, a ministra da Ciência e Tecnologia, Luciana Santos, além do presidente do Senado, Davi Alcolumbre. Tudo isso em nome de “representar o Brasil”.

Já o grupo responsável por preparar a chegada de Lula – batizado de Escav – levou 112 pessoas, incluindo militares, diplomatas, segurança do GSI e até a médica pessoal do presidente. O fotógrafo oficial e aliados informais de Janja também estavam lá, todos com tudo pago.

Enquanto isso, o Portal da Transparência segue sem divulgar a lista completa dos viajantes e os gastos detalhados. A Secretaria de Comunicação se recusa a informar, alegando que os dados são “reservados” por até cinco anos. Transparência virou ficção.

Entre os que mais torraram verba pública está o secretário-executivo do Ministério da Indústria e Comércio, Márcio Elias Rosa, com R$ 112,2 mil em passagens e diárias. O ex-ministro Juscelino Filho, que pediu demissão após ser denunciado por desvio de emendas, gastou outros R$ 99,6 mil. E ainda levou dois assessores, somando mais R$ 106,9 mil.

Essa farra bancada com dinheiro do povo é um tapa na cara de quem enfrenta filas no SUS, escolas sucateadas e inflação no mercado. O discurso de “governo do povo” vai perdendo o brilho a cada viagem luxuosa, onde o país parece governado por uma corte desconectada da realidade.

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