
🎭 Coquetel de luxo, convidados ausentes: Janja gasta, o Brasil paga o mico na COP30
Primeira-dama sem cargo público organiza evento milionário para “salvar florestas”, mas líderes mundiais ignoram o convite e deixam o salão às moscas em Belém.
Era para ser uma noite de charme, diplomacia e promessas verdes — mas virou um vexame digno de novela política. Durante a COP30, em Belém do Pará, Rosângela da Silva, a Janja, resolveu promover um coquetel para líderes de Estado com o objetivo de arrecadar fundos para o chamado “Fundo de Florestas Tropicais para Sempre”. Só faltou um detalhe essencial: os convidados.
O evento, que começou com duas horas de atraso, acabou reunindo apenas o presidente do Chile, Gabriel Boric, e alguns rostos conhecidos da velha guarda petista — Dilma Rousseff, Aloizio Mercadante e Gleisi Hoffmann. Nenhum dos grandes investidores internacionais apareceu. O motivo? Muitos disseram estar “cansados dos eventos do dia”.
Enquanto o salão reluzia com vinhos caros e tapetes vermelhos, a ausência dos chefes de Estado transformou a tentativa de glamour em um constrangimento público. Lula e Janja, percebendo o fiasco, deixaram o evento após meia hora, sob olhares constrangidos de assessores e câmeras.
Curiosamente, Janja não ocupa nenhum cargo oficial no governo, mas atua com liberdade e recursos como se fosse uma embaixadora de luxo. A diferença é que quem paga a conta — como sempre — é o contribuinte brasileiro.
Entre discursos vazios sobre “solidariedade ambiental” e taças de espumante, a noite terminou com uma cena simbólica: a sala cheia de cadeiras vazias, ecoando o som de um Brasil que fala em sustentabilidade enquanto esbanja em cerimônias sem propósito.