📊 Milagre estatístico? Pesquisa diz que Lula voltou a ser mais amado que odiado

📊 Milagre estatístico? Pesquisa diz que Lula voltou a ser mais amado que odiado

AtlasIntel/Bloomberg afirma que, pela primeira vez em 2025, aprovação do presidente supera a desaprovação. Só não se sabe se foi por fé, esperança… ou puro ato de caridade estatística.

Parece que a estatística resolveu dar um afago no Palácio do Planalto. Segundo pesquisa divulgada nesta quinta-feira (31/7) pela AtlasIntel em parceria com a Bloomberg, Lula finalmente conseguiu inverter o placar da impopularidade em 2025. De acordo com o levantamento, 50,2% dos entrevistados disseram aprovar o governo, enquanto 49,7% continuam na ala da desaprovação — e 0,2% preferiram não opinar, talvez para evitar briga de família no almoço de domingo.

O feito é simbólico: desde outubro de 2024 o presidente não via um saldo positivo. Em maio deste ano, a maré estava brava: 53,7% de desaprovação contra apenas 45,4% de aprovação. Mas de lá pra cá, como quem troca o humor depois de um café forte, a rejeição caiu dois pontos e a aprovação subiu três.

Entre os que aplaudem Lula estão principalmente mulheres (56,8%), idosos de 60 a 100 anos (63,3%), quem tem diploma universitário (57,2%), quem ganha acima de R$ 10 mil (60,2%), agnósticos ou ateus (75,5%) e, claro, eleitores que já eram lulistas desde 2022 (97%). Já o grupo do “não” vem majoritariamente de homens (56,4%), jovens de 16 a 24 anos (58,5%), evangélicos (69,3%) e moradores do Norte (70,3%).

No quesito imagem, Lula ainda leva vantagem sobre Bolsonaro, com 51% de avaliação positiva contra 48% negativa. O ex-presidente do PL amarga 55% de imagem negativa. Já figuras como Hugo Motta e Davi Alcolumbre parecem disputar quem tem mais antipatia nacional: a popularidade deles beira o chão, com apenas 2% de avaliação positiva.

E se a eleição fosse hoje? Lula teria 47,8% contra 44,2% de Bolsonaro. Outros candidatos praticamente não ameaçariam o duelo principal. Ou seja: o roteiro político brasileiro segue parecendo mais uma reprise da disputa de 2022 — só que com capítulos cada vez mais surreais.

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