
A arrogância da “Esquerdogata”: influenciadora petista é presa após ofender policial com fala racista
Defensora de Lula e militante de esquerda, Aline Bardy Dutra, conhecida nas redes como “Esquerdogata”, foi detida em Ribeirão Preto após desacatar PMs e proferir ofensas racistas e de classe
A madrugada de sábado (25) em Ribeirão Preto (SP) terminou com mais um triste episódio de intolerância travestida de militância. Aline Bardy Dutra, conhecida nas redes sociais como “Esquerdogata”, foi presa por desacatar policiais militares e, segundo o boletim da PM, por proferir injúria racial contra um dos agentes.

A influenciadora, que acumula mais de 800 mil seguidores e se declara militante petista e defensora de Lula, teria se aproximado de policiais do 51º Batalhão enquanto filmava a ação e, em tom provocativo, disse: “um preto querendo foder outro preto”. A fala, registrada em vídeo, gerou revolta entre os agentes, que passaram a gravar a abordagem.
Durante a prisão, Aline — que aparentava estar embriagada — ofendeu e humilhou os PMs, debochando dos salários e ostentando sua condição financeira:
“Minha sandália vale o carro de vocês. Já foram pra Europa? Pra Londres? Nunca, né?”
Em outro momento, chamou um policial de “nazistinha” e afirmou que a detenção “a tornaria deputada federal”.
Não foi a primeira vez que a influenciadora se envolveu em confusões com a polícia: ela já possui condenação anterior por desacato e desobediência a PMs, conforme registros do Tribunal de Justiça de São Paulo.
Além das ofensas raciais, Aline também cometeu preconceito linguístico, zombando da forma como um dos policiais havia conjugado um verbo durante um depoimento. A postura arrogante, carregada de desprezo e ironia, contrasta com o discurso de igualdade e respeito que a militante costuma pregar em suas redes.
Segundo a defesa, Aline “está abalada” e nega o crime de injúria racial. Ela foi liberada após audiência de custódia, com medidas cautelares como tratamento psicológico e restrição de circulação noturna.
O caso reacende o debate sobre hipocrisia e seletividade no discurso progressista — especialmente quando o racismo e o preconceito partem justamente de quem diz lutar contra eles.
Fonte e Créditos: Metrópoles