Advogado de Trump critica decisão de Dino e alerta sobre impactos no Brasil

Advogado de Trump critica decisão de Dino e alerta sobre impactos no Brasil

Martin De Luca compara blindagem de Moraes à estratégia de Venezuela e China e vê riscos econômicos

O advogado de Donald Trump, Martin De Luca, reagiu com preocupação à decisão do ministro do STF, Flávio Dino, que protege Alexandre de Moraes de sanções previstas pela Lei Magnitsky dos Estados Unidos. Segundo De Luca, a medida lembra estratégias adotadas por países como Venezuela e China, que tentaram contornar restrições externas, mas acabaram prejudicando suas economias.

“Ao tentar blindar Alexandre de Moraes, o ministro Dino repete fórmulas que já falharam em outros lugares. Tentativas de proteger a soberania muitas vezes sufocam a economia e isolam o país”, afirmou o advogado.

A decisão de Dino estabelece que empresas e órgãos atuando no Brasil não precisam aplicar restrições unilaterais de outros países, garantindo, na prática, que Moraes mantenha contas em bancos nacionais e acesso a outros serviços financeiros.

No entanto, De Luca alerta que a medida não impede punições internacionais e pode gerar instabilidade jurídica e afastar investidores. “O risco não é para Moraes, mas para o Brasil, que pode seguir um caminho de desconfiança e fragilidade econômica, como vimos em outros países”, disse.

A questão também chamou atenção de Eduardo Bolsonaro, que afirmou que bancos brasileiros que mantiverem contas de Moraes poderão ser punidos. “A Lei Magnitsky é uma lei. Ignorar isso é como tentar escapar de uma sentença de homicídio alegando desconhecimento da lei. Bancos que manterem contas de Moraes hoje estão correndo sério risco”, declarou.

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