
Brasil deixa o Mapa da Fome e Lula comemora: “Vitória do povo e da dignidade”
ONU confirma que menos de 2,5% dos brasileiros estão em risco de subnutrição; presidente celebra conquista e reforça combate à miséria
Nesta segunda-feira (28), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e integrantes do governo comemoraram com entusiasmo uma notícia que carrega peso simbólico e humano: o Brasil saiu oficialmente do Mapa da Fome da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO). A entidade informou que o país atingiu uma marca importante — menos de 2,5% da população está hoje em situação de subnutrição.
Nas redes sociais, Lula celebrou o anúncio como um triunfo coletivo e uma reparação histórica:
— Voltamos a garantir o básico: comida no prato do nosso povo. Essa é uma vitória da solidariedade, da política pública e do respeito aos mais vulneráveis — escreveu o presidente.
A conquista é especialmente significativa porque representa uma reversão de um cenário preocupante. O Brasil havia retornado ao Mapa da Fome em 2021, após avanços sociais serem desmantelados e o número de pessoas em insegurança alimentar disparar.
Agora, com o foco em políticas de combate à miséria, distribuição de renda e fortalecimento de programas sociais como o Bolsa Família, o país volta a trilhar o caminho da segurança alimentar.
Para aliados de Lula, o reconhecimento da ONU é prova de que o Brasil está no rumo certo:
— Essa notícia é a demonstração de que quando o Estado assume sua responsabilidade com coragem, a vida do povo melhora — afirmou uma ministra próxima do presidente.
A retirada do Brasil do Mapa da Fome é mais do que um dado técnico: é uma mensagem clara de que é possível virar o jogo quando a fome passa a ser tratada como prioridade nacional. É também um marco político que Lula vem utilizando para reforçar sua narrativa de reconstrução social após um período de retrocessos.
O combate à fome, segundo ele, não se faz com discurso, mas com ação concreta — e, sobretudo, com empatia.