
Esquerda protege criminosos: PT e PSOL rejeitam endurecimento das penas para crimes hediondos
Enquanto Lindbergh Farias propõe crime de alta traição, parlamentares de esquerda votam contra aumento da punição para bandidos, escancarando seu compromisso com a impunidade
É revoltante observar como parte da esquerda brasileira insiste em defender bandidos ao votar contra medidas que endurecem as penas para quem comete crimes hediondos. Nesta sexta-feira (1º de agosto), PT e PSOL mostraram mais uma vez a que lado pertencem, rejeitando uma proposta que aumentaria o tempo de cumprimento de pena para esses criminosos, evidenciando sua postura conivente com a impunidade.
Em contrapartida, o deputado Lindbergh Farias (PT-RJ), líder do PT na Câmara, apresentou um Projeto de Lei que, pelo menos em teoria, busca responsabilizar ainda mais aqueles que atentam contra a pátria. A proposta inclui a criação do crime de “alta traição à pátria” no Código Penal, com penas que variam de 20 a 40 anos de reclusão.
Mas fica o questionamento: como confiar em quem, ao mesmo tempo que fala em combater crimes graves, vota para aliviar o peso das punições? O PT e seus aliados parecem preferir proteger criminosos em vez de defender a segurança da sociedade brasileira.
Enquanto o deputado Eduardo Bolsonaro atua no exterior para buscar mecanismos contra a corrupção e o crime organizado, parte da esquerda nacional age para enfraquecer o sistema penal, estimulando a sensação de impunidade e a insegurança que assola o país.
Essa contradição é mais uma prova de que, para esses partidos, a defesa dos bandidos está acima do compromisso com a justiça e a segurança pública. O Brasil não pode aceitar que seus governantes e parlamentares escolham lados tão explícitos contra o povo honesto e trabalhador.