
Lula visita Minas Gerais após chuvas e promete reconstrução das cidades atingidas
Presidente garante apoio federal para recuperar casas, escolas e serviços, mas lamenta perdas humanas
Em meio ao cenário de destruição provocado pelas fortes chuvas em Minas Gerais, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva esteve neste sábado (28) na Zona da Mata mineira para acompanhar de perto os estragos causados pelo temporal. A agenda incluiu uma caminhada por Ubá, uma das cidades mais afetadas, além de um sobrevoo pelas áreas atingidas.
Visivelmente impactado, Lula lamentou as mortes e afirmou que o governo federal irá garantir a recuperação de tudo o que for materialmente possível. Segundo ele, prejuízos em áreas como saúde, educação, moradia e infraestrutura não ficarão sem resposta.
“Aquilo que for material, nós vamos assegurar que as pessoas tenham de volta. O que infelizmente não dá para recuperar são as vidas perdidas”, declarou.
“A situação é pior do que me relataram”, diz Lula após sobrevoo
Após observar os danos diretamente do ar, o presidente admitiu que a gravidade da tragédia superou os relatos recebidos anteriormente. “Eu sabia que estava muito ruim, mas vendo de perto, a situação é ainda mais grave do que me contaram”, afirmou à imprensa.
No período da tarde, Lula se reuniu com prefeitos de Juiz de Fora, Ubá e Matias Barbosa, em encontro realizado na sede da prefeitura de Juiz de Fora. O objetivo foi alinhar as ações emergenciais e definir os próximos passos do apoio federal.
Durante a reunião, o presidente destacou a importância de os gestores municipais realizarem um levantamento detalhado dos prejuízos. “Os prefeitos precisam fazer um trabalho sério, técnico, para que a União possa agir com rapidez e precisão”, pontuou.
Recursos federais e força-tarefa prometidos às cidades afetadas
Até o momento, o governo federal já autorizou R$ 11,3 milhões em recursos para socorrer as três cidades mineiras. O valor será destinado à normalização de serviços essenciais, como abastecimento, limpeza urbana e assistência às famílias desabrigadas.
Integrando a comitiva presidencial, o ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Wellington Dias, afirmou que haverá uma atuação coordenada entre União, estados e municípios.
“Não vai faltar recurso, nem apoio. A orientação do presidente é garantir atendimento completo às populações atingidas”, assegurou.
A tragédia na Zona da Mata reacende o alerta sobre eventos climáticos extremos e reforça a pressão por respostas rápidas do poder público diante de cenários cada vez mais frequentes de destruição e perda.
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