Nikolas Ferreira crítica imprensa e ironiza Dilma: “Se ser idiota fosse crime, ela pegava perpétua”

Nikolas Ferreira crítica imprensa e ironiza Dilma: “Se ser idiota fosse crime, ela pegava perpétua”

Deputado faz discurso inflamado durante evento do PL com Bolsonaro, dispara contra o PT, elogia o ex-presidente e questiona permanência da esquerda no poder

Em um discurso marcado por ironias, provocações e críticas ao Judiciário, o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) voltou a chamar atenção nesta segunda-feira (21), durante coletiva de imprensa no Congresso Nacional. O evento aconteceu logo após a reunião da bancada do Partido Liberal, com a presença de Jair Bolsonaro, e teve como tema central o embate com o STF e a defesa da anistia aos presos do 8 de janeiro.

No centro das atenções, Nikolas não poupou palavras ao comentar a atuação da imprensa e da esquerda. “Estamos defendendo até vocês, jornalistas de esquerda. Porque estou defendendo o seu direito de ser idiota. Isso ainda não é crime no Brasil. Se fosse, Dilma estaria cumprindo prisão perpétua”, disparou o parlamentar, arrancando reações no salão.

Durante o encontro, Bolsonaro chegou a exibir a tornozeleira eletrônica que foi obrigado a usar por ordem do ministro Alexandre de Moraes, e classificou o monitoramento como uma “humilhação institucional”.

Nikolas também exaltou o ex-presidente, dizendo que ele “não desviou dinheiro público e nem foi condenado por corrupção como Lula”, além de lembrar negociações do governo anterior com potências como Estados Unidos e Rússia. Em tom provocador, criticou a política externa atual: “Enquanto isso, o presidente Lula acha que resolve guerra com papo de boteco e copo de cerveja.”

Ao fim de sua fala, o deputado fez um apelo político direto aos eleitores: “Estamos há quase 18 anos vendo o PT no poder. E aí? Vai continuar votando nos mesmos? É disso que o Brasil precisa mesmo?”, questionou.

A reunião do PL teve clima tenso, com gritos de apoiadores, discursos exaltados, e críticas duras ao Supremo Tribunal Federal. Além da anistia aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro, a bancada também prometeu pressionar pela votação da PEC do fim do foro privilegiado no segundo semestre.

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