
Quando o diálogo desaba: Lindbergh reage e expõe a política “na calada” de Hugo Motta
Líder do PT acusa presidente da Câmara de agir às escondidas e jogar a culpa em terceiros
O clima na Câmara dos Deputados azedou de vez. Depois de Hugo Motta anunciar publicamente que rompeu relações políticas com o líder do PT, Lindbergh Farias, o petista respondeu sem rodeios: segundo ele, o presidente da Casa tem atuado nos bastidores de forma silenciosa, errática e criando uma crise que tenta jogar no colo de quem não tem responsabilidade.
Nas redes sociais, Lindbergh afirmou que a tal “crise de confiança” entre o governo e Hugo Motta não veio do nada — ela seria fruto direto das decisões tomadas pelo próprio presidente da Câmara.
Ele foi direto:
“Que Hugo Motta assuma as consequências das escolhas que fez. Não adianta tentar colocar na minha atuação problemas que são dele.”
A ruptura não surgiu do dia para a noite. A relação já vinha arranhada desde a polêmica do PL Antifacção — projeto que Motta decidiu entregar à oposição, aumentando a tensão com o governo e gerando dúvidas sobre suas intenções políticas. Segundo aliados do Planalto, Motta tem prometido votações que não entrega e tenta responsabilizar a liderança petista por desgastes que ele mesmo cria.
Enquanto isso, o Senado enfrentava uma crise paralela: Davi Alcolumbre também rompeu com o líder do governo na Casa, Jaques Wagner, após a escolha de Jorge Messias para o STF. O afastamento, dizem aliados, é definitivo.
Esses atritos no topo do Congresso estouram justamente quando o governo mais precisa de estabilidade. A LDO de 2026 ainda não foi votada, e o Planalto precisa articular, ao mesmo tempo, projetos de grande impacto fiscal e político.
Mas com a cúpula do Legislativo rachada, o diálogo parece cada vez mais distante — e a disputa de bastidores, cada vez mais evidente.
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