Quando o PT Planta, Não Dá Para Esperar Outra Coisa: Vereadora Exibe Gaiola com Foto de Bolsonaro e Depois Reclama das Consequências

Quando o PT Planta, Não Dá Para Esperar Outra Coisa: Vereadora Exibe Gaiola com Foto de Bolsonaro e Depois Reclama das Consequências

Após levar provocação à Câmara do Recife, Kari Santos (PT) diz estar recebendo ameaças — e aciona polícia e MP. Mais um capítulo do caos político que o próprio PT insiste em alimentar.

A vereadora Kari Santos (PT), do Recife, afirmou que passou a receber ameaças de morte nas redes sociais depois de levar para o plenário uma gaiola com a foto de Jair Bolsonaro — um espetáculo político calculado para gerar repercussão e, claro, polêmica. Ora, vindo de um partido que vive de provocar e radicalizar o debate público, esperar o quê? Serenidade?

Segundo a parlamentar, perfis anônimos teriam enviado mensagens desejando que ela e sua família fossem esfaqueadas. Ela publicou alguns desses ataques nas redes sociais e disse que há uma “milícia digital bolsonarista” tentando derrubar sua página. Agora, corre atrás da polícia e do Ministério Público para identificar os responsáveis.

Kari afirma que apenas expressou um posicionamento político e que isso não justificaria as ameaças — e está certa quanto a isso: discordância política jamais deve virar violência. Mas também é impossível ignorar que transformar o plenário em palco de provocação barata só acende ainda mais os ânimos num país já cansado desse jogo do “nós contra eles”.

A própria vereadora relata que, depois da cena da gaiola com a frase “Bolsonaro preso”, a publicação viralizou, chegou a páginas de direita e desencadeou a onda de ataques. Agora diz monitorar mensagens para ver se alguém descobriu seu endereço ou a escola do filho — uma situação que ninguém deveria enfrentar, mas que também nasce da cultura de confronto permanente que o PT tanto cultiva.

O presidente da Câmara, Romerinho Jatobá (PSB), publicou nota dizendo repudiar “qualquer tipo de violência”, defendendo respeito às diferenças políticas. Bonito no papel — difícil na prática quando a política virou espetáculo de hostilização deliberada.

E aqui fica o ponto: transformar a Câmara numa arena de provocações não ajuda o debate, só joga mais lenha numa fogueira que já está consumindo o país inteiro. O PT vive criando situações que estimulam conflito, depois posa de vítima e exige proteção. O roteiro é velho — e cansativo.

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