đŸŽ€ Eduardo Bolsonaro rebate Moraes e pede anistia: “Estou me lixando para o que ele diz”

đŸŽ€ Eduardo Bolsonaro rebate Moraes e pede anistia: “Estou me lixando para o que ele diz”

De videoconferĂȘncia nos EUA, deputado licencia­do critica ministro do STF, acusa perseguição polĂ­tica e reforça pedido de liberdade para presos do 8 de janeiro durante ato em Belo Horizonte.

Eduardo Bolsonaro (PL), deputado federal licenciado e filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, nĂŁo poupou palavras ao comentar as recentes declaraçÔes do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal. Durante um ato neste domingo (3), em Belo Horizonte, transmitido por videoconferĂȘncia diretamente dos Estados Unidos, Eduardo afirmou estar “se lixando” para as falas do magistrado, que havia acusado a existĂȘncia de uma “organização miliciana” atuando junto ao governo norte-americano para pressionar o Brasil com sançÔes.

“Se o Moraes quer me chamar de miliciano, que chame. Fez muito pior conosco. Está mandando senhoras de idade para a cadeia e tenta prender o Jair Bolsonaro não por golpe, mas por jogo político dentro dos tribunais, abusando da sua caneta”, disparou Eduardo, que vive nos EUA desde março.

O parlamentar ainda provocou: “VocĂȘs acham que o Moraes tambĂ©m deve ser sancionado na Europa? Se Deus quiser, em breve, nem Paris haverĂĄ mais para eles”. Ele se referia Ă s sançÔes aplicadas ao ministro nos Estados Unidos, com base na Lei Magnitsky — uma das puniçÔes mais duras contra estrangeiros no paĂ­s.

Boa parte de seu discurso foi dedicada ao pedido de anistia aos condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023. “Essas pessoas precisam ter sua liberdade agora. Não existe meio termo entre certo e errado. Eu quero estar radicalmente certo. A anistia tem que ser feita já”, reforçou.

O ato em BH reuniu milhares de apoiadores e teve como pauta principal o impeachment de Alexandre de Moraes e do presidente Luiz InĂĄcio Lula da Silva, alĂ©m da anistia aos presos pelo 8 de janeiro. Cartazes com frases como “Fora Lula” e “Lula pai dos impostos” se espalhavam pela Praça da Liberdade, acompanhados de palavras de ordem contra o governo federal.

A mobilização também foi uma resposta às recentes decisÔes de Moraes contra Jair Bolsonaro, como o uso obrigatório de tornozeleira eletrÎnica, recolhimento noturno e restrição de viagens, medidas que, segundo os organizadores, representam abuso de poder e perseguição política.

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