
Com R$ 7 bilhões em investimento, Lula inaugura megaprojeto de gás natural no Rio de Janeiro
Nova usina no Porto do Açu promete abastecer 8 milhões de casas e marca avanço na transição energética no Brasil
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) participou, na manhã desta segunda-feira (28), da inauguração da usina termelétrica GNA II, no Porto do Açu, em São João da Barra (RJ). A planta integra o maior complexo de geração de energia a gás natural da América Latina, com capacidade total de 3 gigawatts, suficiente para abastecer cerca de 8 milhões de residências.
O projeto é considerado estratégico dentro do Novo PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) e recebeu um investimento robusto de R$ 7 bilhões. Durante o evento, Lula destacou a importância da obra para garantir segurança energética ao país, impulsionar a indústria nacional e gerar empregos de qualidade.
— Essa é a prova de que o Brasil tem capacidade técnica, força de trabalho e visão de futuro para liderar a transição energética — afirmou o presidente.
Além de Lula, estiveram presentes os ministros Alexandre Silveira (Minas e Energia), Silvio Costa Filho (Portos e Aeroportos), Renan Filho (Transportes) e Márcia Lopes (Mulheres), além de autoridades estaduais e municipais.
🚧 Eficiência, sustentabilidade e empregos
Durante as obras da GNA II, mais de 10 mil postos de trabalho foram gerados, muitos deles acompanhados de capacitação gratuita. A planta opera com tecnologia de ciclo combinado — que une turbinas a gás e a vapor — alcançando uma eficiência superior a 60%.
A usina foi planejada para utilizar até 50% de hidrogênio em sua operação, um passo promissor rumo a fontes mais limpas de energia. Outro diferencial ambiental é o uso quase total de água do mar, reduzindo a pressão sobre os recursos hídricos.
Juntas, as usinas GNA I e II somam R$ 12 bilhões em investimentos e podem atender cerca de 14 milhões de residências. No pico das obras, mais de 22 mil empregos foram criados, consolidando o projeto como um dos maiores polos de energia da América Latina.
🔋 Um marco para a matriz energética brasileira
A GNA II representa não apenas um reforço na capacidade energética do Brasil, mas também um avanço rumo à modernização da matriz elétrica com menos impacto ambiental. O empreendimento fortalece a posição do país como referência na produção de energia mais eficiente e sustentável — um passo decisivo em tempos de urgência climática e pressão global por fontes mais limpas.
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