
Contas no vermelho: governo Lula aprofunda rombo e empurra o Brasil para o abismo fiscal
Déficit de R$ 20,17 bilhões em novembro escancara descontrole; em 11 meses, buraco já passa de R$ 83 bilhões
O governo Lula voltou a entregar um retrato preocupante das finanças públicas. Em novembro de 2025, o resultado primário foi negativo em R$ 20,17 bilhões, segundo dados divulgados pelo Tesouro Nacional. Trata-se do pior desempenho para o mês desde 2023 — um sinal claro de que o discurso de responsabilidade fiscal não tem saído do papel.
O número não é um ponto fora da curva. Pelo contrário: ele confirma uma tendência de deterioração contínua das contas públicas. De janeiro a novembro deste ano, o déficit acumulado do governo central já alcança R$ 83,82 bilhões, um rombo que cresce mês após mês e pressiona a economia como um todo.
Enquanto o governo insiste em narrativas otimistas e promessas de crescimento, a realidade mostra outra coisa: gastos elevados, arrecadação insuficiente e falta de controle efetivo sobre despesas. O resultado é um Estado cada vez mais endividado, que compromete investimentos, afasta a confiança do mercado e joga a conta para o contribuinte.
O déficit registrado em novembro escancara a fragilidade da política econômica adotada. Em vez de ajustes estruturais e cortes de gastos, o Planalto segue apostando em expansão de despesas, programas caros e soluções paliativas — uma combinação que, historicamente, termina em inflação, juros altos e perda de poder de compra da população.
Para críticos do governo, os números são mais do que estatísticas frias: são a prova de que o Brasil está sendo conduzido para um caminho perigoso. Sem freio nos gastos e sem um plano fiscal crível, o país caminha para repetir erros do passado, com consequências diretas para empregos, renda e crescimento.
O saldo final é claro: sob o comando de Lula, as contas públicas seguem afundando. E, como sempre, quem paga o preço do descontrole não é o governo — é o brasileiro.