Enquanto o Brasil Afunda, a Festa Continua com Dinheiro Público em 2025

Enquanto o Brasil Afunda, a Festa Continua com Dinheiro Público em 2025

Lei Rouanet bate recorde bilionário e escancara prioridades distorcidas do governo

Enquanto o brasileiro comum aperta o cinto, enfrenta impostos altos, serviços públicos sucateados e estatais dando prejuízo atrás de prejuízo, o governo comemora mais um recorde: R$ 3,41 bilhões despejados via Lei Rouanet para alimentar a velha máquina cultural da turma da lacração.

Pelo terceiro ano seguido, a captação de recursos cresceu e atingiu o maior valor da história. Só em 2025, foram bilhões retirados do imposto que deveria ir para saúde, segurança e infraestrutura, mas que acabam financiando projetos culturais que pouco ou nada retornam à população que paga a conta.

O discurso oficial fala em “democratização da cultura” e “nacionalização do incentivo”, mas a realidade é outra. O Sudeste ficou com a maior fatia do bolo, mais de R$ 2,4 bilhões, enquanto o resto do país recebe migalhas e propaganda.

Tudo isso acontece em um cenário de dívida pública crescente, escândalos recorrentes, estatais afundando no prejuízo — como os Correios — e um país cada vez mais distante de resolver problemas básicos. Ainda assim, o governo trata como prioridade bancar shows, exposições e projetos alinhados ideologicamente, usando dinheiro que não é dele.

O número de projetos aprovados também bateu recorde: mais de 22 mil propostas, muitas delas concentradas em grandes produtores, artistas famosos e instituições já bem estabelecidas. Pequenos empreendedores, trabalhadores e cidadãos comuns seguem ignorados.

Enquanto isso, o governo celebra o aumento no número de empresas patrocinadoras, como se isso fosse sinal de sucesso. Na prática, trata-se apenas de renúncia fiscal: dinheiro que deixa de entrar nos cofres públicos e faz falta onde realmente importa.

A propaganda oficial tenta vender a ideia de que tudo é transparente, moderno e bem distribuído. Mas, para quem vive a realidade fora dos palcos e tapetes vermelhos, fica claro: há dinheiro de sobra para ideologia e militância cultural, mas nunca para o povo.

No fim das contas, o recado é simples e revoltante:
👉 Para a elite cultural e ideológica, bilhões. Para o cidadão comum, contas, impostos e promessas vazias.

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