Esposa de Moraes presencia sessão no STF e vê defesa emocionante do marido

Esposa de Moraes presencia sessão no STF e vê defesa emocionante do marido

Viviane Barci acompanhou atentamente o ministro durante o discurso sobre os ataques contra famílias dos magistrados e a importância da soberania do Supremo.

Na manhã desta sexta-feira (1º), Viviane Barci, esposa do ministro Alexandre de Moraes, esteve presente no Supremo Tribunal Federal para acompanhar a retomada dos trabalhos do Judiciário no segundo semestre. Advogada e companheira do ministro, Viviane chegou cedo e sentou-se próxima ao ministro da Advocacia-Geral da União, Jorge Messias, com quem trocou algumas palavras antes do início da sessão.

Ao longo da sessão, os ministros se uniram para reafirmar a soberania do STF e prestar apoio firme a Alexandre de Moraes, que enfrenta sanções do governo dos Estados Unidos. Viviane acompanhou com atenção especial o momento em que Moraes falou sobre os ataques direcionados às famílias dos ministros — ataques que ele classificou como obra de “brasileiros traidores da pátria”, que continuam fomentando ações hostis contra o país.

Com um olhar atento e um leve aceno afirmativo, Viviane ouviu o marido denunciar a ousadia criminosa desses ataques, que chegam a ameaçar esposas e parentes dos magistrados. “Essas ameaças revelam a covardia e a falta de limites dessa organização criminosa, que será responsabilizada integralmente”, afirmou Moraes, com firmeza.

Após a sessão, Viviane saiu acompanhando Moraes, que foi recebido com abraços de seus colegas no plenário. A atmosfera era de apoio e união diante das dificuldades enfrentadas.

A sanção americana contra Moraes, formalizada no dia 30 de julho com base na Lei Magnitsky, prevê bloqueio de bens e restrições financeiras. O ministro tem sido alvo de acusações e ações judiciais relacionadas à sua atuação, incluindo críticas por suposta censura.

Durante a sessão, mesmo sem citar nomes, Moraes fez referência às manifestações de aliados do deputado Eduardo Bolsonaro que apoiam as sanções dos EUA. O presidente do STF, Luís Roberto Barroso, abriu os trabalhos destacando o papel da Corte em impedir o retorno a tempos sombrios da história do Brasil, enquanto ele e o ministro Gilmar Mendes reforçaram a defesa do colega.

No fim, a mensagem foi clara: a soberania do Brasil e do Supremo Tribunal Federal é um valor inegociável, que deve ser respeitado dentro e fora do país.

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