Globo tropeça feio: chama de “extremista” o ativista baleado nos EUA

Globo tropeça feio: chama de “extremista” o ativista baleado nos EUA

A emissora virou alvo de críticas após noticiar a morte de Charlie Kirk, aliado de Trump, com uma manchete que soou como falta de respeito até para seus opositores.

A Rede Globo conseguiu transformar um caso trágico em mais uma polêmica. Ao noticiar o atentado que matou o influenciador conservador Charlie Kirk, baleado no pescoço enquanto falava a estudantes na Universidade de Utah Valley, a emissora o classificou como “extremista”. A repercussão foi imediata — e nada positiva.

Nikolas Ferreira não deixou passar:
“Então a Globo realmente chamou o Charlie Kirk, que levou um tiro, de extremista? Isso é nojento. Essa emissora deveria ter suas portas fechadas.”

Flávio Bolsonaro foi na mesma linha:
“A pessoa leva um tiro e ainda é taxada dessa forma? Cadê o mínimo de respeito? A manchete deveria ser: ‘Ativista de direita é baleado por extremista de esquerda’.”

A crítica não parou por aí. O episódio foi lido como mais um capítulo da crise da Globo, que enfrenta queda de audiência, perda de credibilidade e acusações de militância disfarçada de jornalismo. Para piorar, um livro recém-lançado promete expor histórias pouco edificantes dos bastidores da emissora, de escândalos abafados a alianças políticas obscuras.

Assim, o tiro que matou Charlie Kirk acabou virando também uma bala simbólica contra o noticiário da Globo — que agora tenta correr para apagar rastros, mas já descobriu que print não tem borracha.

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