Lindbergh não falha: antes mesmo de cuidar dos feridos, já mirou Nikolas

Lindbergh não falha: antes mesmo de cuidar dos feridos, já mirou Nikolas

Líder do PT corre à Polícia Federal para atacar a direita após incidente em ato político e repete o roteiro de sempre

Nem bem a poeira baixou — e os feridos ainda estavam sendo socorridos — e o líder do PT na Câmara, Lindbergh Farias, já entrou em cena. Como de costume, não perdeu a oportunidade de transformar um episódio trágico em palanque político. Neste domingo (25), ele anunciou que vai apresentar uma representação à Polícia Federal contra o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG), organizador do ato realizado às margens da BR-040.

Para Lindbergh, a caminhada foi “irresponsável do começo ao fim”. A crítica veio rápida, dura e, para muitos, previsível. Afinal, quando o assunto é atacar a direita, o petista parece não precisar nem de café: não dorme, não descansa e, se cochila, sonha com isso.

Em publicações nas redes sociais, o líder do PT afirmou que o evento ocorreu sem comunicação prévia à Polícia Rodoviária Federal, ao DNIT ou a outros órgãos responsáveis pela segurança da rodovia. Segundo ele, houve interdição de pista, ocupação da via e até pouso de helicóptero próximo à estrada — um combo perfeito para alimentar o discurso de criminalização da manifestação.

“Do começo ao fim, a ‘marcha’ do Nikolas foi marcada pela irresponsabilidade”, disparou Lindbergh, numa fala que mistura indignação seletiva e oportunismo político. Ele chegou a afirmar que um mastro improvisado teria funcionado como para-raios, provocando ferimentos em mais de 30 pessoas, algumas em estado grave.

O petista também acusou Nikolas de não demonstrar solidariedade às vítimas — crítica que contrasta com o fato de o deputado ter ido pessoalmente ao hospital visitar os feridos, algo convenientemente ignorado no discurso do líder do PT.

Ao final, Lindbergh anunciou que pedirá à Polícia Federal a apuração das responsabilidades do parlamentar e dos organizadores do ato. Em tom professoral, concluiu que liberdade de expressão não autoriza colocar vidas em risco — uma frase forte, mas que soa vazia quando usada apenas contra adversários políticos.

No fim das contas, o episódio reforça um velho roteiro: enquanto uns correm para prestar apoio e cuidar das consequências de uma tragédia, outros correm para o Twitter, para a PF e para os holofotes. E Lindbergh, fiel ao personagem, segue firme — atacando a direita acordado… e, ao que tudo indica, até dormindo.

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