
Milei aperta o cerco para imigrantes e complica acesso a saúde e serviços essenciais
Novas regras exigem que residentes temporários, transitórios ou em situação irregular paguem pela saúde e apresentem seguro para entrar na Argentina
O governo de Javier Milei impôs uma série de medidas rigorosas que dificultam a vida dos imigrantes no país. Agora, quem está no país como residente temporário, transitório ou até mesmo de forma irregular terá que arcar com os custos dos serviços de saúde e comprovar a contratação de um seguro antes mesmo de conseguir entrar na Argentina.
Essa mudança afeta diretamente o acesso à assistência básica para uma parcela vulnerável da população, tornando ainda mais árduo o cotidiano dessas pessoas que, muitas vezes, já enfrentam situações difíceis.
A decisão, que traz impactos profundos na vida de milhares de imigrantes, reflete o endurecimento da política migratória do governo Milei, numa tentativa clara de controlar a entrada e a permanência no país por meio de barreiras financeiras e burocráticas.
Essas novas regras provocam debates intensos sobre direitos humanos e o papel do Estado em garantir acesso universal à saúde, especialmente para quem vive em situações frágeis.