
“Que apodreça na cadeia”: Tarcísio de Freitas cobra punição exemplar em caso de feminicídio na PM
Governador defende rigor contra Geraldo Leite Rosa Neto e reforça compromisso com justiça
Em meio à revolta provocada pelo caso, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, adotou um tom firme ao comentar a situação do tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, acusado de matar a própria esposa, a policial Gisele Alves Santana.
Sem rodeios, Tarcísio deixou claro o que espera do desfecho: punição dura e sem privilégios. Para ele, um crime dessa gravidade não pode, em hipótese alguma, ficar impune.
🔥 Discurso firme em meio à indignação
A declaração mais forte veio acompanhada de um recado direto: o governador afirmou que espera que o oficial “apodreça na cadeia”, evidenciando a gravidade com que enxerga o caso.
Mesmo reconhecendo que a aposentadoria concedida ao militar segue regras internas da corporação, Tarcísio de Freitas reforçou que isso não deve interferir na responsabilização criminal.
A posição sinaliza uma tentativa de separar o que é procedimento administrativo do que realmente importa para a sociedade: a justiça sendo feita.
📉 Aposentadoria gera debate, mas não muda o essencial
A ida de Geraldo Leite Rosa Neto para a reserva, com salário elevado, gerou forte reação pública. Ainda assim, o governador destacou que esse tipo de benefício pode acabar sendo direcionado à família, e não necessariamente ao acusado, dependendo do desfecho do processo.
Mais importante, segundo ele, é garantir que o oficial perca o posto e a patente — o que, na prática, representa sua exclusão definitiva da corporação.
🔍 Crime brutal e investigação contundente
O caso envolve a morte de Gisele Alves Santana, atingida por um disparo na cabeça dentro do apartamento onde vivia com o marido, na região do Brás, em São Paulo.
Inicialmente tratado como suicídio, o episódio mudou de rumo após análises periciais indicarem inconsistências na versão apresentada. Com o avanço das investigações, o caso passou a ser tratado como feminicídio.
⚠️ Recado claro: não haverá tolerância
Ao voltar a falar sobre o assunto, Tarcísio de Freitas reafirmou sua expectativa de uma condenação exemplar, destacando que crimes dessa natureza precisam de resposta à altura.
A fala do governador ecoa o sentimento de grande parte da população: não basta investigar — é preciso punir com rigor.
🗣️ Justiça como prioridade
Em um cenário marcado por indignação e cobrança pública, a postura de Tarcísio de Freitas surge como um posicionamento claro a favor da responsabilização.
Mais do que uma declaração forte, o que fica é a mensagem: crimes bárbaros não podem ser relativizados, e a justiça precisa prevalecer — sem atalhos, sem privilégios e sem silêncio.