“Tenha vergonha, Haddad”, dispara Tarcísio após ataques do PT sobre taxação

“Tenha vergonha, Haddad”, dispara Tarcísio após ataques do PT sobre taxação

Governador de São Paulo rebate acusações de que teria atuado para barrar aumento de impostos e defende seu trabalho pelo estado

“Tenha vergonha, Haddad”, dispara Tarcísio após ataques do PT sobre taxação
Subtítulo: Governador de São Paulo rebate acusações de que teria atuado para barrar aumento de impostos e defende seu trabalho pelo estado

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), respondeu com firmeza às acusações do PT de que teria trabalhado para derrubar na Câmara a medida provisória que previa aumento de tributos federais.

Tenha vergonha, Haddad. Respeite os brasileiros. Cortem gastos, parem com a politicagem e pensem em governar de verdade. Aqui em São Paulo, a gente trabalha para fazer a diferença”, afirmou o governador nesta quinta-feira (9).

Tarcísio recebeu elogios de deputados da oposição por sua atuação na articulação que resultou na retirada da MP da pauta, enquanto aliados do governo qualificaram a votação como uma “sabotagem política”.

Em vídeo publicado nas redes sociais, o governador destacou que sua gestão tem sido alvo de uma campanha sistemática do PT para desgastar sua imagem. “Há meses somos alvos de mentiras e ataques nas redes sociais, nada que já não tenhamos visto antes. Agora querem me acusar de trabalhar contra o aumento de impostos, mas eu trabalho por São Paulo, para melhorar a vida das pessoas”, disse.

O que dizia a medida provisória

  • Uniformizaria a alíquota de 18% do Imposto de Renda sobre rendimentos de aplicações financeiras, incluindo criptomoedas;
  • Aumentaria a CSLL de 9% para 15% para fintechs e instituições de pagamento;
  • Elevaria de 12% para 18% a tributação sobre apostas, mas acabou mantida em 12% após pressão política;
  • Taxação de títulos atualmente isentos, como LCIs e LCAs, foi retirada por falta de apoio no Congresso.

O objetivo principal da MP era aumentar a arrecadação federal e fechar o Orçamento de 2026. Na votação da Câmara, 251 deputados votaram pela derrubada, contra 193 que defendiam a manutenção da medida. O centrão teve papel decisivo na derrota da MP.

O líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante, agradeceu o empenho de Tarcísio: “Ele foi essencial no diálogo com os presidentes de partidos de centro para formar essa coalizão contra o aumento de impostos. Um verdadeiro gigante da centro-direita”.

Com a decisão da Câmara, a MP caducou sem passar pelo Senado, e as novas taxações previstas não entrarão em vigor.

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), respondeu com firmeza às acusações do PT de que teria trabalhado para derrubar na Câmara a medida provisória que previa aumento de tributos federais.

Tenha vergonha, Haddad. Respeite os brasileiros. Cortem gastos, parem com a politicagem e pensem em governar de verdade. Aqui em São Paulo, a gente trabalha para fazer a diferença”, afirmou o governador nesta quinta-feira (9).

Tarcísio recebeu elogios de deputados da oposição por sua atuação na articulação que resultou na retirada da MP da pauta, enquanto aliados do governo qualificaram a votação como uma “sabotagem política”.

Em vídeo publicado nas redes sociais, o governador destacou que sua gestão tem sido alvo de uma campanha sistemática do PT para desgastar sua imagem. “Há meses somos alvos de mentiras e ataques nas redes sociais, nada que já não tenhamos visto antes. Agora querem me acusar de trabalhar contra o aumento de impostos, mas eu trabalho por São Paulo, para melhorar a vida das pessoas”, disse.

O que dizia a medida provisória

  • Uniformizaria a alíquota de 18% do Imposto de Renda sobre rendimentos de aplicações financeiras, incluindo criptomoedas;
  • Aumentaria a CSLL de 9% para 15% para fintechs e instituições de pagamento;
  • Elevaria de 12% para 18% a tributação sobre apostas, mas acabou mantida em 12% após pressão política;
  • Taxação de títulos atualmente isentos, como LCIs e LCAs, foi retirada por falta de apoio no Congresso.

O objetivo principal da MP era aumentar a arrecadação federal e fechar o Orçamento de 2026. Na votação da Câmara, 251 deputados votaram pela derrubada, contra 193 que defendiam a manutenção da medida. O centrão teve papel decisivo na derrota da MP.

O líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante, agradeceu o empenho de Tarcísio: “Ele foi essencial no diálogo com os presidentes de partidos de centro para formar essa coalizão contra o aumento de impostos. Um verdadeiro gigante da centro-direita”.

Com a decisão da Câmara, a MP caducou sem passar pelo Senado, e as novas taxações previstas não entrarão em vigor.

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