🔥 Protesto em Chamas na Paulista: Manifestantes Queimam Boneco de Trump e Criticam Tarifaço

🔥 Protesto em Chamas na Paulista: Manifestantes Queimam Boneco de Trump e Criticam Tarifaço

Ato convocado por movimentos sociais e sindicatos condena medidas de Trump contra o Brasil, critica Tarcísio e cobra justiça para Bolsonaro

Em uma noite marcada por indignação e fogo simbólico, manifestantes ocuparam a Avenida Paulista, no coração de São Paulo, nesta quinta-feira (10/7), e atearam fogo a um boneco do ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, além de uma bandeira norte-americana.

O ato, organizado por movimentos sociais, centrais sindicais e políticos de esquerda, começou com pautas como a taxação dos super-ricos e o fim da escala de trabalho 6×1, mas rapidamente se transformou em um protesto contra o “tarifaço” imposto por Trump a produtos brasileiros — uma retaliação velada ao processo judicial contra Jair Bolsonaro, que hoje é réu no Supremo Tribunal Federal por tentativa de golpe de Estado.

Trump, Bolsonaro e Tarcísio viram alvos do protesto
Os manifestantes criticaram duramente o apoio do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) a uma postagem de Trump em defesa de Bolsonaro. Essa associação gerou revolta entre os participantes, que gritavam frases como “Cala a boca, Tarcísio!” e o chamavam de “vira-lata” — em referência à sua suposta submissão aos interesses do ex-presidente americano.

Além disso, os protestos destacaram outras pautas sociais urgentes: o fim da escala 6×1 para os trabalhadores e a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil, uma proposta do governo Lula que tramita na Câmara.

Críticas inflamadas e símbolos em chamas
Ao ver o boneco de Trump ser consumido pelas chamas, muitos manifestantes aplaudiram e entoaram palavras de ordem. Para eles, a medida econômica anunciada pelos Estados Unidos não é apenas uma questão comercial, mas um ataque político ao Brasil — e a reação veio nas ruas, com fogo, gritos e resistência.

O clima na Paulista deixou claro: os brasileiros não engoliram o gesto de Trump — e muito menos o silêncio cúmplice de seus aliados no país.

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