🔍 Vigilñncia sem limites: Moraes aperta ainda mais o cerco sobre visitas a Bolsonaro

🔍 Vigilñncia sem limites: Moraes aperta ainda mais o cerco sobre visitas a Bolsonaro

STF exige relatórios semanais e burocracia ampliada, em mais um capítulo da perseguição que parece não ter fim

A ofensiva contra Jair Bolsonaro ganhou mais um capĂ­tulo nesta quinta-feira (4/12). O ministro Alexandre de Moraes, do STF, determinou que todas as unidades onde estĂŁo os rĂ©us do chamado “nĂșcleo 1” — grupo no qual o ex-presidente estĂĄ incluĂ­do — passem a enviar relatĂłrios semanais detalhando cada visita recebida: quem entrou, quem saiu, horĂĄrio, motivo, praticamente um mapa completo da rotina de quem jĂĄ estĂĄ sob custĂłdia.

A decisão, que vale para todos os condenados desse grupo, adiciona uma nova camada de vigilùncia sobre Bolsonaro, que segue recebendo familiares e médicos na sede da Polícia Federal, em Brasília.

📑 Regras cada vez mais rígidas

Além do controle constante, Moraes determinou que qualquer pedido de visita deverå ser previamente acompanhado do cadastro do visitante, mais a manifestação clara do preso e o cumprimento de todas as normas internas da prisão. Só depois dessa peregrinação burocråtica o pedido serå analisado pelo ministro.

Nas palavras do prĂłprio Moraes, todos os visitantes terĂŁo de seguir regras rĂ­gidas de segurança, que incluem “restriçÔes de vestuĂĄrio, objetos permitidos e comportamentos”.

Em outras palavras: visitar Bolsonaro virou praticamente um processo seletivo — e a decisão final passa diretamente pelas mãos de Moraes.

đŸ‘Ș As poucas visitas permitidas

Mesmo com o cerco apertado, Bolsonaro recebeu a esposa, Michelle Bolsonaro, e sua filha Laurinha nesta quinta-feira. As visitas acontecem apenas às terças e quintas-feiras, por 30 minutos, seguindo uma portaria interna da PF.

⚠ Um padrĂŁo que se repete

A sensação Ă© de que, a cada semana, novas barreiras surgem — como se o objetivo fosse transformar um direito bĂĄsico em privilĂ©gio concedido sob vigilĂąncia mĂĄxima. Essa escalada de controle, centralizada nas mĂŁos de um Ășnico ministro, tem levantado crĂ­ticas sobre excessos, desproporcionalidade e o que muitos jĂĄ chamam de perseguição institucionalizada.

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