COP 30 em chamas — e o governo Lula finge que está tudo sob controle

COP 30 em chamas — e o governo Lula finge que está tudo sob controle

Depois de despejar milhões no evento, Brasília assiste passivamente à irresponsabilidade que culminou no incêndio da Blue Zone, enquanto a ONU lava as mãos

O incêndio na Blue Zone da COP 30, em Belém, nesta quinta-feira (20), escancarou uma realidade que o governo Lula insiste em varrer para debaixo do tapete: há dinheiro para transformar a conferência em um megaevento cheio de discursos e tapetes verdes, mas não há responsabilidade mínima para evitar que uma área central simplesmente pegue fogo.

Assim que as chamas atingiram a estrutura, a ONU rapidamente se pronunciou — mas apenas para esclarecer que, a partir daquele momento, a responsabilidade não era mais dela. O pavilhão, segundo a organização, havia sido oficialmente transferido ao governo brasileiro e ao estado do Pará. Em outras palavras: quando tudo estava bonitinho para foto, era ONU; quando deu problema, virou “Brasil resolve aí”.

Nas redes sociais, a indignação explodiu. Gente cansada de ver o país gastar cifras milionárias para sediar grandes eventos enquanto falha no básico — segurança, fiscalização, infraestrutura. Uma usuária resumiu o sentimento geral: “Extremamente desiludida com a ONU… na hora de cobrar países em desenvolvimento não tem pena.” Outro ironizou: “Na hora do privilégio é responsabilidade deles; na hora do problema, não é?”

E, no meio de tudo isso, o governo Lula? O mesmo que transformou a COP 30 em vitrine internacional e gastou como se fosse dono de cofre sem fundo? Agora se vê diante de um vexame mundial — e tenta empurrar a culpa para o vento.

A evacuação foi feita pelos bombeiros brasileiros, que agora tentam avaliar a área e garantir a segurança que deveria ter existido antes do incêndio. Enquanto isso, a internet transformou a chamada “Blue Zone” em piada nacional: “Era Blue Zone, agora é Queimado Zone.”

O caso reacende um debate antigo e necessário: de que adianta investir tanto dinheiro em conferências globais, discursos, palanques e marketing político, se o governo não consegue garantir o mínimo — o mínimo — de responsabilidade e competência?

Porque, no fim das contas, o que ficou do evento não foram as promessas ambientais, nem os anúncios milionários:
Foi o fogo.
Foi a correria.
Foi a ONU lavando as mãos.
E foi o Brasil, mais uma vez, exposto ao ridículo por pura falta de gestão.

Os discursos podem até brilhar, mas a fumaça sempre revela a verdade.

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