
Depois de milhões na Rouanet, fica fácil: Lula vibra com Grammy de Caetano e Bethânia
Presidente comemora prêmio internacional e exalta “a grandeza da cultura brasileira” — claro, com direito a discurso emocionado
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) resolveu entrar no clima do tapete vermelho e parabenizou Caetano Veloso e Maria Bethânia pela vitória no Grammy Awards 2026, realizado neste domingo (1º/2), em Los Angeles, nos Estados Unidos.
Os dois artistas baianos levaram o prêmio na categoria Melhor Álbum de Música Global, graças ao disco “Caetano e Bethânia Ao Vivo”, e Lula fez questão de celebrar como se fosse gol em final de campeonato — daquele jeito bem “Brasil potência cultural”.
“Atravessa gerações”, “toca a alma” e “orgulho nacional”: o combo completo
Em publicação nas redes, Lula afirmou que a música de Caetano e Bethânia “atravessa gerações”, “toca a alma do nosso povo” e ainda “mostra ao mundo a grandeza da cultura brasileira”.
Na mensagem, ele escreveu:
“Que alegria ver Caetano Veloso e Maria Bethânia sendo premiados com o Grammy de Melhor Álbum de Música Global. A música de vocês atravessa gerações, toca a alma do nosso povo e mostra ao mundo a grandeza da cultura brasileira. Orgulho de ver dois gigantes da nossa arte sendo celebrados assim. Viva a nossa música, a nossa cultura e o Brasil”.
Aquela coisa: quando é pra elogiar, vem com pacote completo, laço e fita.
Vitória histórica — e prateleira já bem servida
O Grammy deste domingo marcou um feito especial: foi o primeiro Grammy Awards de Maria Bethânia e o terceiro de Caetano Veloso.
E se alguém achar pouco, vale lembrar que Caetano ainda acumula mais de uma dezena de prêmios no Grammy Latino, ou seja… experiência em colecionar troféu ele já tem.
No fim, o Brasil aparece… e Lula também
Caetano e Bethânia venceram por mérito, talento e história — isso é fato. Mas é curioso como, por aqui, toda vitória cultural vira também palco pra discurso político, como se prêmio internacional viesse com espaço reservado pra postagem presidencial.
Porque no Brasil é assim: depois de milhões circulando na cultura, fica fácil aparecer sorrindo na foto quando o troféu chega.