Deputado de Novo? Briga de Rua, Sangue e Mais um Capítulo de Vergonha Pública

Deputado de Novo? Briga de Rua, Sangue e Mais um Capítulo de Vergonha Pública

Renato Freitas (PT) volta a protagonizar confusão: agressões, histórico de tumultos e a pergunta que não quer calar — até quando ele escapa de punição?

O roteiro é sempre o mesmo — e já cansou. O deputado estadual Renato Freitas (PT-PR), que coleciona episódios de tumulto como quem junta figurinhas, voltou a ser flagrado no centro de Curitiba em mais uma confusão digna de repúdio. Dessa vez, não foi um discurso exaltado, nem uma invasão de espaço sagrado ou ataque verbal: foi briga de rua, soco na cara, agarrão e o parlamentar com o rosto ensanguentado em plena luz do dia.

O caso aconteceu na manhã desta quarta-feira (19), na Rua Vicente Machado, e viralizou nas redes sociais em segundos. Os vídeos mostram Freitas — de camiseta amarela — trocando socos com um homem, identificado como um manobrista da região. A briga foi tão intensa que o deputado acabou com o nariz quebrado.

E aí fica a pergunta que ecoa: o que falta para haver uma punição definitiva? Porque não é a primeira vez. Nem a segunda. Nem a terceira.

Um histórico que não cabe em poucas linhas

Renato Freitas já protagonizou de tudo:
Invadiu uma igreja durante uma manifestação, gerando indignação nacional.
— Já se envolveu em agressões verbais e físicas, sempre cercado de tumulto.
— Teve o mandato de vereador cassado por quebra de decoro.
— Recebeu suspensão no Conselho de Ética da Assembleia, embora a Justiça depois tenha suspendido a penalidade.

E agora? Briga de rua. Socos. Sangue no chão. Uma cena que, em qualquer país minimamente sério, já teria consequências automáticas.

Reações políticas imediatas

O vereador Guilherme Kilter (Novo) anunciou que já protocolou mais um pedido de cassação contra Freitas. Segundo ele, um parlamentar que parte para agressão física — na rua, na frente de todo mundo — não tem mais condições de representar a população.

Deputados como Gustavo Gayer e Carlos Jordy também comentaram o episódio, reforçando o absurdo da situação.

A Assembleia Legislativa afirmou que o caso pode ser analisado pelo Conselho de Ética se houver representação. A Polícia Civil ainda não disse se vai investigar.

A cena final: sangue na calçada

Testemunhas filmaram tudo. O chão ficou marcado de sangue. O manobrista sumiu depois da briga. Freitas foi levado para atendimento médico. E o Brasil, mais uma vez, assiste perplexo a um representante eleito agir como brigão de esquina.

A pergunta segue no ar, pesada como um soco mal dado:
quanto mais será tolerado antes que venha uma punição séria?

Porque, do jeito que vai, parece que a confusão virou política oficial — e o contribuinte é obrigado a assistir esse espetáculo vergonhoso repetidas vezes.

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