Haddad chama ato de Bolsonaro de “fracasso” enquanto ignora próprio desempenho pífio nas ruas

Haddad chama ato de Bolsonaro de “fracasso” enquanto ignora próprio desempenho pífio nas ruas

Ex-ministro reclama de manifestação que mal reuniu cem pessoas, mas segue gastando sola de sapato só para criticar e aumentar impostos

Fernando Haddad, o sempre falante ministro da Fazenda, resolveu soltar mais uma daquelas críticas afiadas que só ele sabe fazer — agora contra o ex-presidente Jair Bolsonaro. Segundo Haddad, o ato organizado por Bolsonaro na Avenida Paulista, com uma multidão “impressionante” de pouco mais de 12 mil pessoas, foi um “fracasso”. Para Haddad, um evento que não consegue arrastar nem cem pessoas para a rua já não merece nem ser levado a sério.

O curioso é que Haddad parece esquecer como ele mesmo, ou seus aliados, também mal conseguem reunir público para protestar ou apoiar suas políticas. Ao invés de botar o pé na rua, Haddad prefere a zona de conforto do palanque, onde pode se concentrar em criticar Bolsonaro e aumentar impostos, fazendo do Brasil o país com a carga tributária mais cara do planeta.

Durante o lançamento do Plano Safra 2025/2026, Haddad aproveitou para defender Lula e dizer que o petista “nunca pediu anistia” como Bolsonaro, que já está mais para mestre em fugas do debate do que em debates reais. Enquanto isso, Haddad anuncia com pompa e circunstância reajustes no imposto de renda que vão pesar ainda mais no bolso do trabalhador brasileiro — e claro, justificar os gritos de “aumento de imposto” que tanto irritam o governo.

Para Haddad, fechar as brechas legais que beneficiam empresários poderosos é “fazer justiça social”, mesmo que isso signifique apertar o cinto de quem já mal chega ao fim do mês. Aquele “jabuti” que o governo insiste em tirar da árvore é só mais uma desculpa para justificar a arrecadação cada vez maior que o brasileiro precisa engolir, enquanto as ruas seguem silenciosas e vazias para seus protestos.

No fim das contas, Haddad se posiciona como o rei das críticas vazias — atacando Bolsonaro por reunir pouca gente enquanto ele mesmo evita encarar a população no olho no olho. E o que sobra? Mais impostos, discursos inflamados e a velha política do “eu estou certo, e o outro é um fracasso”.

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