Haddad inventa aumento de imposto, falha na negociação com Trump e agora culpa os outros

Haddad inventa aumento de imposto, falha na negociação com Trump e agora culpa os outros

Enquanto o ministro da Fazenda tropeça nas próprias promessas, Eduardo Bolsonaro dá um puxão de orelha: “Assuma seu fracasso, Haddad”

Parece até piada, mas não é: o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, o mesmo que prometeu redução de impostos e agora eleva taxas até para quem mal consegue fechar o mês, se vê envolto em mais uma trapalhada diplomática. A reunião virtual com o secretário do Tesouro americano, Scott Bessent — marcada para tratar do famigerado tarifaço de 50% aplicado aos produtos brasileiros — foi simplesmente cancelada. E quem é o culpado? Segundo Haddad, a extrema direita dos EUA, em uma conspiração digna de filme B, teria interferido junto à Casa Branca para sabotar o encontro

“Foi uma articulação da militância antidiplomática da extrema direita que levou ao cancelamento da reunião,” disse Haddad, jogando a responsabilidade para o lado americano e, claro, para seus opositores políticos. Como se não bastasse, ele ainda justificou o cancelamento com um e-mail do secretário alegando falta de agenda — uma desculpa que, convenhamos, soa mais como o famoso “desculpa esfarrapada”.

Do outro lado, Eduardo Bolsonaro, que está nos Estados Unidos desde o começo do ano, não deixou barato. O filho do ex-presidente disparou contra Haddad, não poupando ironias nem críticas afiadas: “Fernando Haddad, pare de jogar a culpa nos outros. Assuma seu fracasso! Você prometeu reduzir impostos e fez exatamente o contrário. Ninguém quer perder tempo ouvindo essas lorotas.”

Eduardo também ressaltou que a postura do ministro, somada às políticas antiamericanas do governo, como apoio ao Hamas e críticas constantes a Trump, só complicam a situação e afastam o Brasil da boa vontade americana. “Se vocês se preocupassem mais com os interesses do país do que com bravatas ideológicas, talvez fossem melhor recebidos,” disse, apontando para a queda da credibilidade do Brasil na cena internacional.

Enquanto Haddad persegue a meta quase impossível do déficit zero, as medidas e promessas desencontradas do governo só alimentam o caos e o descrédito. E para completar, na hora de negociar, quando a corda arrebenta, ele acha mais fácil culpar a “extrema direita” do que assumir que a incompetência do ministério da Fazenda virou barreira até para o diálogo com Washington.

O saldo? Uma reunião cancelada, um ministro desmoralizado, e o país vendo mais uma oportunidade de melhorar relações econômicas ir pelo ralo — tudo isso enquanto as contas públicas seguem um samba do crioulo doido.

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