Janja em Nova York: selfies, passeios e “agenda intensa” bancada pelo contribuinte

Janja em Nova York: selfies, passeios e “agenda intensa” bancada pelo contribuinte

Enquanto Lula discursava na ONU, a primeira-dama aproveitou para circular, posar e gastar como se fosse autoridade oficial

Na coletiva em Nova York, Lula resolveu transformar a primeira-dama em personagem de Estado. Com tom de orgulho, disse que Janja tinha uma “agenda mais intensa que a dele” durante a Assembleia-Geral da ONU. A fala soaria engraçada se não fosse trágica: afinal, Janja não ocupa cargo público, não foi eleita por ninguém e, mesmo assim, desfila por encontros oficiais, posa para fotos e ainda sobra tempo para bater perna em shopping.

Chegou antes do próprio presidente aos Estados Unidos, quatro dias de vantagem para “se ambientar”. Enquanto Lula se reunia com líderes mundiais, Janja tirava selfies, participava de almoços e até se apresentou como enviada especial em discussões sobre a COP30, como se tivesse procuração para falar pelo país.

No fim, Lula ainda ironizou: “Graças a Deus está livre para me acompanhar de volta ao Brasil”. Livre,

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