
Quando a Reportagem Incomoda, a Militância Ataca
Associação de jornalismo sai em defesa de Malu Gaspar após enxurrada de ataques da esquerda militante
No Brasil, parece que investigar poderosos ainda é um esporte de alto risco — especialmente quando o alvo não agrada à turma do PT e aos autoproclamados “esquerdistas do amor”, que pregam tolerância… desde que ninguém ouse questionar seus ídolos.
A Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) resolveu entrar em campo e publicou uma nota dura de repúdio aos ataques sofridos pela jornalista Malu Gaspar, colunista de O Globo, depois da divulgação de uma reportagem envolvendo o ministro do STF Alexandre de Moraes.
O motivo da fúria militante? Malu noticiou que Moraes teria procurado o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, ao menos quatro vezes, para tratar de assuntos relacionados ao Banco Master. Bastou isso para que a máquina de ataques virtuais fosse ligada no modo turbo.
Segundo a Abraji, o que se viu não foi debate, muito menos crítica jornalística — foi intimidação pura, com direito a agressões pessoais, tentativas de descredibilização e aquele velho manual da patrulha ideológica: “discordo, logo ataco”.
A associação também chamou atenção para um detalhe que vem se repetindo com frequência preocupante: mulheres jornalistas são os principais alvos quando resolvem investigar figuras poderosas. Coincidência? A Abraji acha que não. Para a entidade, há um claro viés misógino nesses ataques, algo que a militância progressista costuma fingir que não vê quando o alvo está “do lado errado”.
Em nota, a Abraji foi direta: atacar jornalistas por fazerem seu trabalho não é defesa da democracia — é censura informal, travestida de indignação política. E lembrou que, quando um jornalista é intimidado, quem perde não é só a imprensa, mas toda a sociedade.
No fim das contas, o episódio deixa claro que, para certos setores da esquerda, liberdade de expressão funciona como interruptor: só fica ligada quando a notícia agrada. Quando não agrada, vale xingamento, ataque coordenado e tentativa de silenciamento.
A Abraji fez o que se espera de uma entidade séria: defendeu o jornalismo. Já os “esquerdistas do amor”… bem, mais uma vez mostraram que o amor tem limite — e ele costuma acabar quando a verdade começa a incomodar. 📰⚖️🔥