No governo Lula, o compadrio segue firme: ministra acumula cargos e engorda salário para mais de R$ 60 mil

No governo Lula, o compadrio segue firme: ministra acumula cargos e engorda salário para mais de R$ 60 mil

Enquanto o povo conta moedas para sobreviver, a ministra Anielle Franco recebe aval para ocupar assento em conselho de empresa ligada ao Banco do Brasil e Bradesco, garantindo um contracheque de luxo.

No Brasil de Lula, o que já era vergonhoso virou rotina: políticos e aliados acumulando cargos e salários como se fossem figurinhas raras. A mais nova cena dessa novela de privilégios envolve a ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, que recebeu autorização da Comissão de Ética Pública para integrar o Conselho de Administração da Alelo — empresa controlada pelo Banco do Brasil e pelo Bradesco.

Na prática, isso significa que Anielle vai somar ao seu já polpudo salário de ministra, de R$ 46,3 mil, um “bônus” de mais R$ 10 a R$ 15 mil por mês, elevando seus ganhos para mais de R$ 60 mil mensais. Tudo “dentro da lei”, claro — porque, no Brasil, a lei sempre tem brecha para os de cima.

A CEP garantiu que não há “conflito de interesses”, desde que a ministra evite o uso de informações privilegiadas e se declare impedida em decisões que envolvam a Alelo. Fácil falar quando se está no topo da pirâmide.

Não é a primeira vez que Anielle ocupa um assento desse tipo. Em 2023, ela foi indicada para o conselho da metalúrgica Tupy, mas acabou deixando o cargo após questionamentos — já que, na ocasião, sequer consultou a Comissão de Ética antes de assumir. Mesmo assim, a situação foi “corrigida” e nada de mais aconteceu.

Enquanto o cidadão comum é esmagado pelo custo de vida e pela falta de oportunidades, no governo Lula o círculo do poder continua gordo, confortável e blindado, com salários que dariam para sustentar dezenas de famílias brasileiras. A indignação é grande, mas a farra, essa, continua.

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