đŸ”„ PT comemora “vitĂłria” das facçÔes: o partido que teme chamar o terror pelo nome

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Enquanto o PL tenta classificar facçÔes criminosas como grupos terroristas, o governo Lula vibra com o recuo — ironicamente liderado por quem jĂĄ teve assessor pego com dĂłlar na cueca.

O Brasil parece ter se acostumado com o absurdo. O PL tenta aprovar um projeto que chama facção pelo que ela Ă© — terrorismo puro —, mas o governo Lula e sua tropa de fiĂ©is preferem comemorar o contrĂĄrio. Sim, o PT celebrou o recuo do deputado Guilherme Derrite (PP-SP), que retirou do projeto de lei o trecho que equiparava as facçÔes a grupos terroristas.

O lĂ­der do PL na CĂąmara, SĂłstenes Cavalcante (RJ), avisou que o partido nĂŁo vai recuar:

“Se o relator tirou, nós vamos recolocar. O Brasil precisa de leis firmes contra quem espalha medo e morte.”

Mas, claro, o Planalto não gostou. Depois de pressão dos ministros e da velha turma da “narrativa humanitária”, Derrite voltou atrás. A “vitória” foi comemorada por Gleisi Hoffmann, presidente do PT — a mesma legenda que já teve assessor com dólar na cueca e segue tentando dar lição de moral em nome da democracia.

Um paĂ­s que teme o nome do prĂłprio inimigo

O projeto original endurecia o combate ao crime organizado e fortalecia a PolĂ­cia Federal. Mas o governo alegou que chamar facçÔes de terroristas poderia gerar “problemas diplomĂĄticos” — uma desculpa que soa tĂŁo absurda quanto a ideia de que o Comando Vermelho Ă© uma ONG de bairro.

Enquanto BrasĂ­lia discute termos e “interpretaçÔes jurĂ­dicas”, comunidades continuam refĂ©ns de facçÔes armadas, o trĂĄfico dita regras e o medo se espalha como praga. Mas, para o PT, o importante Ă© nĂŁo “ofender” os criminosos com um rĂłtulo pesado demais.

Ironia das ironias: quem deveria enfrentar o terror prefere fingir que ele Ă© apenas um problema social mal resolvido. No Brasil de hoje, o terror tem nome, territĂłrio e atĂ© torcida polĂ­tica — sĂł nĂŁo pode ser chamado de terrorista.

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